Honra ao SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos;    

Provérbios 3:9 

INTRODUÇÃO

   Chegou o momento de nos dedicarmos a compreender como o cristão deve comportar-se em relação às suas finanças. Para tanto, devemos nos lembrar de que tudo o que Deus nos confiou, a Ele pertence; somos apenas seus “bons mordomos” (ou assim deveríamos ser), portanto, devemos administrar bem o que Ele nos confiou. “A Bíblia tem muito a dizer sobre a administração correta de nossas finanças. Mais de 2000 versos bíblicos abordam uma gama de assuntos financeiros. A Escritura é prática e precisa quando fala de nossa mordomia financeira. À medida que seguimos os seus ensinos, prosperamos; quando os ignoramos, pagamos um alto preço”.

 

O VALOR DO DINHEIRO

   Muitas pessoas atribuem o valor do dinheiro àquilo que ele pode comprar, pura e simplesmente. Mas se o dinheiro for visto apenas pelo que podemos acumular com ele, o cristão poderá, erroneamente, deixar-se levar pelo desejo vazio de ter mais e mais e mais. E esta é a crise que vivemos em nossos dias, a ostentação tem engolido as pessoas de nossa geração. Hoje, todos correm atrás do celular mais caro, da bolsa mais cara, do carro mais caro, do sapato mais caro, dos restaurantes mais caros… Depois, postam nas redes sociais para celebrar a ostentação. E isso é muito perigoso, pois acumulamos dívidas, deixamos de cuidar de nós, dos nossos próximos e, o pior de todos, deixamos de servir ao Reino de forma verdadeiramente generosa, como víamos na Igreja Primitiva. “Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, o Senhor lhes acrescentava, dia a dia, os que iam sendo salvos” (Atos dos Apóstolos 2:45-47 NAA).

   O materialismo, que faz com que nos sintamos bem apenas se acumularmos bens materiais, ou seja, aquilo que o dinheiro pode comprar, é uma armadilha muito atraente e tentadora. Alertados pelos ensinamentos bíblicos, podemos compreender que o materialismo nada mais é do que “a visão do mundo que coloca a acumulação de coisas materiais como ponto alto do interesse privado e corporativo. A busca da riqueza é vista como o mais alto bem no materialismo”. O ponto é que isso está totalmente contra o princípio eterno que a Palavra de Deus deixou para nós, pois muitos cristãos dizem amar a Deus e confiar inteiramente n´Ele, mas no dia a dia demonstram muito mais confiança na conta bancária que acumulou, na casa que construiu e no emprego que está agora, do que confiar e depender de Deus verdadeiramente. Ou seja, se apegam aos recursos passageiros (coisas materiais) e desprezam o que é Eterno.

   Por isso, precisamos transformar nossa mente como bem disse o Apóstolo Paulo “E não vivam conforme os padrões deste mundo, mas deixem que Deus os transforme pela renovação da mente, para que possam experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2 NAA). É necessário entender que a nossa felicidade, a nossa satisfação física e espiritual, tem que ser colocada em Deus e a Seu serviço, o foco sempre está n’Ele e não em nós mesmos ou nas coisas que nos cercam. Não significa que o dinheiro não tem seu valor, é claro que ele tem, ele é muito importante para que possamos viver. Mas ele é apenas um meio pelo qual vivemos, e não o fi m. Ou seja: vivemos, trabalhamos e ganhamos dinheiro para cumprirmos a missão que o Senhor Deus tem para nós. O que é totalmente diferente de vivermos e trabalharmos para termos dinheiro para nós mesmos. Quando colocamos o foco no dinheiro, caímos na tentação que Jesus comentou nos evangelhos “Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque irá odiar um e amar o outro ou irá se dedicar a um e desprezar o outro. Vocês não podem servir a Deus e à riqueza ” (Lucas 16:13 NAA)

 

ADMINISTRANDO OS BENS

   Vimos no início desta lição que somos mordomos de todas as coisas, ou seja, nada que temos é nosso, tudo vem de Deus e tudo é d’Ele. Mas Ele nos concede a oportunidade de usufruir e cuidar de tudo que Ele nos dá, assim como aconteceu no Éden quando Deus coloca Adão como administrador de tudo no jardim. Mas a questão que se apresenta é “como podemos ser bons mordomos, ou bons administradores de tudo que Ele nos dá?” O estudo e a prática de alguns princípios bíblicos podem ser utilizados com a intenção de que o cristão consiga reger sabiamente suas finanças. Esses princípios são fundamentais para que o cristão possa agir como verdadeiro bom mordomo do que lhe foi confiado por Deus.

 

USO CORRETO DOS RECURSOS FINANCEIROS

   Possuir bens materiais não deve levar o cristão a sentir uma confiança excessiva na posse desses bens. Ele deve se lembrar de que essas riquezas não são permanentes, mas instáveis. Sendo assim, qual deve ser o fundamento de sua esperança? Os bens terrenos são entregues ao homem por Deus; a ele são confiados para que faça bom uso deles. Apegar-se demasiadamente aos bens materiais pode tornar o cristão mesquinho e egoísta. Entretanto, se o cristão depositar sua esperança em Deus, que é o doador de todos esses bens, e lembrar-se de que o bom uso dessas riquezas é o que o Senhor Deus espera dele, mais fácil será de se usar esses bens na prática do bem. Agindo assim, o cristão, bom mordomo que será, estará disposto a compartilhar esses bens com seus irmãos, para usufruto de todos. Essa prática poderá garantir a ele que, no futuro, possa também usufruir da verdadeira vida, mais duradoura de que todos os tesouros terrenos.

 

VIVER DENTRO DO ORÇAMENTO 

   Viver com orçamento significa não gastar mais do que conseguimos ganhar. Mas, pela facilidade do crédito consignado e dos cartões de crédito que temos à disposição em nossos dias, torna uma tentação para extrapolarmos o orçamento e cairmos nas dívidas. No entanto, é muito importante que o cristão consiga ter controle: controle dos recursos que consegue obter e controle dos gastos que precisa realizar para viver. Uma das facetas do Fruto do Espírito que o Apóstolo Paulo coloca aos Gálatas é “... domínio próprio”(Gálatas 5:25). O Mordomo diligente precisa ter controle diante das promoções tentadoras e dos desejos consumistas. Conhecer bem nossos gastos e colocá-los em um orçamento detalhado ajuda a evitar que os gastos supérfluos apareçam e nos levem a ultrapassar os limites do que podemos realmente gastar.

   Vemos essa estratégia quando Jesus disse “Pois qual de vocês, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?” (Lucas 14:28 NAA). Outra armadilha, que afeta negativamente o orçamento, são as propagandas que nos levam a desejar ter aquilo que não precisamos, que, conforme diz o Pr. Hernandes “tentam nos levar a comprar coisas de que não precisamos, com o dinheiro que não temos, para impressionar pessoas que não conhecemos” 45. Portanto, o mordomo diligente sempre se lembra do versículo do sábio Salomão quando disse: “não me dês nem a pobreza nem a riqueza; dá-me o pão que me for necessário, para não acontecer que, estando eu farto, te negue e diga: “Quem é o SENHOR?” Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus.” (Provérbios 30:8-9, NAA).

 

CUIDADO COM AS DÍVIDAS

   Muitas vezes, por se apegar aos bens materiais, ter uma postura consumista e querer sempre ter mais, o cristão pode se descuidar e contrair dívidas. Isso significa que ele não soube viver dentro do orçamento. Quando contraímos dívidas com as quais não podemos arcar, acabamos vivendo diferente de como o Evangelho nos ensina a viver e, ainda, podemos comprometer nosso nome. E o nosso nome, nesse caso, revela ao mundo quem nós somos, como vivemos. Tem muito a ver com a nossa honra e nosso testemunho cristão. Contrair dívidas com as quais não podemos arcar significa pagar juros abusivos, ficar comprometido financeiramente. Essa pode se tornar uma situação difícil de se resolver.

   As ofertas financeiras, de crédito fácil, muitas vezes são tentadoras, mas podemos nos ver envolvidos em compromissos financeiros impossíveis de serem pagos. Estar financeiramente comprometidos não nos permite viver da forma como Deus gostaria que vivêssemos. Querer ter mais do que realmente podemos ter não vai permitir que tenhamos o que compartilhar com o outro. É necessário refletir sobre quanto precisamos de verdade ter, pois como Paulo nos diz, “Porque nada trouxemos para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes” (1 Timóteo 6:7-8, NAA). Além disso, ele nos adverte “Não fi quem devendo nada a ninguém, exceto o amor de uns para com os outros” (Rm13:8 NAA).

 

FIDELIDADE A DEUS

   Esse assunto é muito importante, muito sério, mas tem caído em desuso nas igrejas, Os pastores não pregam mais sobre isso e os Grupos Pequenos não falam mais sobre dinheiro. Vivemos numa sociedade cansada de ouvir igrejas que pedem dinheiro o tempo todo. Os crentes são conhecidos pelas “igrejas que passam a sacolinha”, muitas pessoas não aceitam ir a uma igreja, pois não quer “por a mão no bolso”. Infelizmente muitas igrejas que só pensam em dinheiro, exploram as pessoas e literalmente roubam os membros dizendo que “se você der tanto, Deus dará dez vezes mais” Essas igrejas acabaram com a reputação do verdadeiro cristianismo, essas pregações afastaram as pessoas do evangelho e isso causou um problema muito grande, pois as igrejas verdadeiras temem entrar nesse assunto com receio de afugentar os membros e visitantes por causa dessa fama ruim que as falsas igrejas cristãs causaram.

   Mesmo com essa situação desfavorável, temos que pregar a sã doutrina independente do que as pessoas vão achar disso. Pois a Palavra do Senhor é bem clara: “Será que alguém pode roubar a Deus? Mas vocês estão me roubando e ainda perguntam: “Em que te roubamos?” Nos dízimos e nas ofertas” (Malaquias 3:8 NAA). Deus deixa nítido que quando não devolvemos aquilo que não nos pertence, estamos roubando. E isso faz todo sentido, pois essa parte não é nossa, essa parte é de Deus! E o Senhor continua dizendo “Tragam todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa...” (Malaquias 3:10 NAA).

   É engraçado as pessoas pensarem: “para quê preciso entregar o dízimo? Eu não vou entregar meu dinheiro para igreja, eles não precisam disso” Mas essas mesmas pessoas vão à igreja, param seus carros no estacionamento, entram na igreja que tem ventilador, ou sistema de ar condicionado, sentam em bancos confortáveis, apreciam um bom som e imagem que o louvor faz, as crianças dessas pessoas vão para o “cultinho” que tem todo material que elas precisam para se divertir aprendendo a Palavra de Deus, nessas igrejas sempre tem água à vontade, sempre tem banheiros limpos e tudo o que essas pessoas precisam. E a pergunta que fica é: “quem banca tudo isso?” O problema é que essas pessoas querem todo o conforto e tecnologia possível, mas não querem colaborar com nada, acham que o dinheiro cai do céu! O texto lido acima diz que os dízimos são para sustento da Casa do Senhor. Então, esses valores são fundamentais para bancar tudo que a igreja oferece e também para as pessoas que trabalham para essa obra. Quando não fazemos isso, estamos atrapalhando a igreja de cumprir o seu papel na sociedade, pois quanto menos recursos, menos as igrejas poderão atuar para que o Reino de Deus seja estabelecido.

   Outra situação que é muito comum são as pessoas que entregam o dízimo com sentimento de barganha: “- Senhor, estou dando o dízimo, então, me dê isso e aquilo que eu estou querendo” Não devemos dar o dízimo para sermos mais ricos ou mais prósperos. Devemos dizimar em gratidão a Deus, reconhecendo Seu eterno amor em nos dar saúde, inteligência e forças para trabalharmos e termos esse sustento, também devemos ser gratos pela Sua misericórdia que nos concede todas essas coisas mesmo não merecendo, pois somos pecadores e sempre estamos entristecendo o coração d’Ele. Portanto dízimo não é investimento financeiro e nem um modo santo de se canalizar a ganância. Dízimo é gratidão e fidelidade por tudo que o Senhor Deus tem nos dado.

   O texto que foi mencionado acima continua, “...Ponham-me à prova nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não lhes abrir as janelas do céu e não derramar sobre vocês bênção sem medida. Por causa de vocês, repreenderei o devorador, para que não consuma os produtos da terra, e não deixarei que as suas videiras nos campos fi quem sem frutos, diz o SENHOR dos Exércitos. ” (Malaquias 3:10,11 NAA). Esse texto deixa claro que o Senhor Deus abençoa aqueles que devolvem aquilo que é d’Ele. Sempre vemos na Bíblia que aqueles que foram fiéis foram abençoados. Mas isso não deve ser o seu foco, ou seja, não devemos fazer isso para sermos abençoados, isso é uma consequência, pois o foco precisa continuar sendo gratidão e fidelidade a Deus.

 

FRUTOS DE UMA BOA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

   Quando somos mordomos diligentes, administrando muito bem os recursos e bens que o Senhor Deus nos dá, somos abençoados por Ele. Conseguimos usufruir com alegria tudo o que Ele deixou para nós. E essa forma diligente de viver, reflete o caráter de Cristo onde quer que vivamos ou passemos. Pois as pessoas conseguem ver o cuidado d’Ele em nós, na nossa família e nos bens que Ele nos dá. Quando isso acontece, vemos as pessoas dizerem “O que é que essa pessoa tem (paz, segurança e alegria) que eu não tenho?” E isso se torna a oportunidade para apresentarmos Jesus a essas pessoas.

   Quando somos diligentes e administramos os recursos que o Senhor nos dá, não adentramos em dívidas, isso nos traz paz, pois conseguimos dormir à noite e saber que não devemos nada a ninguém, gerando a possibilidade de guardar os recursos para um imprevisto e até mesmo fazer investimentos a longo prazo. Vemos que a Palavra de Deus nos instrui a guardarmos uma parte de nossas finanças quando José adverte na interpretação do sonho: “Faraó devia fazer isto: pôr administradores sobre a terra e recolher a quinta parte dos frutos da terra do Egito nos sete anos de fartura.” (Gênesis 41:34). Esse conselho nos leva a economizarmos e guardarmos nos tempos bons para termos nos tempos mais difíceis que possam vir. Quando seguimos essas instruções que a Bíblia nos dá, estamos sendo diligentes e isso beneficia a nossa própria vida e a vida de nossa família.

 

APLICAÇÃO

   Diariamente precisamos nos lembrar que o dinheiro é bênção de Deus na nossa vida, mas é necessário entender que ele é um mero recurso que utilizamos para cumprir um propósito maior, ou seja, o plano de Deus na nossa vida. Nosso foco sempre precisa estar em Cristo e não no dinheiro. Precisamos pedir sabedoria a Deus para que possamos administrar os recursos que Ele nos dá. Pois a Palavra do Senhor nos diz “Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará às verdadeiras riquezas?” (Lucas 16:11 NVI). Além disso, é necessário aprender a fazer um controle dos gastos fixos e variáveis para que não venhamos a cair em dívidas.

   Finalmente, é fundamental sermos fiéis ao Senhor nos dízimos e ofertas, para que a Casa de Deus seja sempre suprida de recursos e seja capaz de cumprir sua missão de levar o Evangelho aos perdidos. E, consequentemente, pela misericórdia e amor do Senhor, Ele nos abençoa repreendendo o devorador e nos concedendo Paz e segurança n’Ele mesmo. Evidentemente que fica para nós o princípio de que somos abençoados não porque contribuímos, mas contribuímos porque já somos abençoados.

 

 CONCLUSÃO

1. O cristão deve buscar ser um mordomo fiel, aquele que valoriza e cuida bem de tudo o que Deus lhe confiou. Quando sabemos que Deus é a fonte de tudo o que possuímos, fica mais fácil entender que devemos ter uma vida financeira saudável para vivermos bem. E para ter uma vida financeira saudável devemos planejar nossos gastos de forma que seja possível termos nossas necessidades supridas, compartilhar o que temos a mais com o outro e, assim, fazer com que ele também possa cuidar de suas necessidades. Que possamos nos lembrar de que tudo a Deus pertence. E que Ele nos confia os bens que temos, espirituais e materiais, para que possamos viver em abundância. Vida em abundância; não coisas materiais em abundância.

 

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO EM CLASSE

1. De que forma você tem planejado seu orçamento para que suas finanças permitam que você viva de forma a servir aos planos de Deus?

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2. Se o materialismo pode nos levar a um consumismo excessivo, e ainda acarretar dívidas que não podemos pagar, como diferenciar o que é necessário termos para viver bem e o que é ostentação?

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3. No seu dia a dia, você sente que é fácil se apegar às coisas materiais? De que maneira você evita esse apego indesejável? Ou se ainda não consegue evitar, o que pensa que poderia fazer diferente?

R._______________________________________________________________ _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ _______________________________________________

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