Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.    

Hebreus 10:25

INTRODUÇÃO

   Você já ouviu falar do movimento dos “desigrejados”? Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já há mais de 4 milhões de brasileiros que se denominam seguidores de Jesus Cristo, mas que não possuem vínculo com nenhuma denominação religiosa. 

   Os “desigrejados” não são necessariamente “desviados”. Eles não abandonaram a fé e nem um estilo de vida condizente com a fé cristã. Simplesmente não desejam mais afiliação às igrejas. Em geral, esse sentimento surge de decepções anteriores com suas denominações, nas quais observaram mornidão espiritual, o ensino de falsas doutrinas ou a hipocrisia de pessoas que se declaravam cristãs.

   Tais pessoas argumentam entre outras coisas que: a) Jesus não fundou uma instituição religiosa chamada Igreja (a institucionalização só teria ocorrido com a “romanização” do Cristianismo, no século IV19); b) as igrejas nominais estão cheias de problemas; c) é possível viver a fé de maneira individual, sem a necessidade de frequentarem uma igreja para isso. Tendo em vista esse cenário, qual deveria ser a nossa resposta? Temos realmente algum compromisso com uma instituição chamada “Igreja”? E quais compromissos seriam esses? O que as Escrituras nos ensinam a respeito? Essas serão algumas das questões que discutiremos ao longo dessa lição.

 

A IGREJA NO NOVO TESTAMENTO

   Jesus realmente fundou uma organização chamada “igreja”? A resposta bíblica é sim! Após a confissão de Pedro, de que Jesus era o Cristo, o fi lho do Deus vivo, Jesus lhe respondeu: “E eu lhe digo que você é Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não poderão vencê-la” (Mateus 16:18). A Igreja cristã foi fundada sobre a autoridade de Cristo, que é a rocha (1 Pedro 2:4-8). O Senhor também ensinou sobre a necessidade de disciplina eclesiástica, o procedimento no caso de um irmão que caiu em pecado, o que pressupõe a existência de uma organização formal de crentes: “Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que ‘qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas’. Se ele se recusar a ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano” (Mateus 18:15-17 grifo nosso).

   O livro de Atos dos Apóstolos esclarece que, toda vez que alguém se convertia ao Senhor Jesus, era reunido à Igreja, para a comunhão e serviço com outros crentes. Não se pensava na possibilidade de viver a fé de maneira isolada ou “desigrejada”. “Achavam-se presentes Pedro, João, Tiago e André; Filipe, Tomé, Bartolomeu e Mateus; Tiago, fi lho de Alfeu, Simão, o zelote, e Judas, fi lho de Tiago. Todos eles se reuniam sempre em oração, com as mulheres, inclusive Maria, a mãe de Jesus, e com os irmãos de Jesus. Naqueles dias Pedro levantou-se entre os irmãos, um grupo de cerca de cento e vinte pessoas” (Atos dos Apóstolos 1:13-15 grifo nosso).

   “Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos” (Atos dos Apóstolos 2:46 47 grifo nosso). “Os apóstolos realizavam muitos sinais e maravilhas entre o povo. Todos os que creram costumavam reunir-se no Pórtico de Salomão. Dos demais, ninguém ousava juntar-se a eles, embora o povo os tivesse em alto conceito. Em número cada vez maior, homens e mulheres criam no Senhor e lhes eram acrescentados” (Atos dos Apóstolos 5:12-14 grifo nosso).

   O Novo Testamento também ensina a respeito dos oficiais responsáveis pela liderança da Igreja: bispos e diáconos (Atos dos Apóstolos 6:1-7, 14:23, Fl 1:1, 1 Timóteo 3:1-13, Tito 1:5). Os apóstolos dirigiam suas cartas a igrejas cristãs que estavam organizadas nas diversas cidades do império romano. Paulo, por exemplo, escreveu aos “amados de Deus em Roma” (Romanos 1:7), “à igreja de Deus que está em Corinto” (1 Coríntios 1:2 2 Coríntios 1:1), “às igrejas da Galácia” (Gálatas 1:2), “aos santos que vivem em Éfeso” (Efésios 1:1), “a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos que vivem em Filipos” (Fl 1:1), “aos santos e fi eis irmãos em Cristo, que se encontram em Colossos” (Colossenses 1:2) e “à igreja dos tessalonicenses” (1 Tessalonicenses 1:1 2 Tessalonicenses 1:1). João escreveu uma carta à “senhora eleita”20 (2 João 1), uma possível referência a uma igreja local, bem como endereçou a revelação do livro do Apocalipse a sete igrejas locais da Ásia (Apocalipse 1:4).

   Mas bem, alguém poderia pensar, pelo menos as igrejas daquela época eram perfeitas, bem diferentes das de hoje em dia, não?! Uma análise das diversas cartas do Novo Testamento (uma tarefa extensa para ser feita nesse curto espaço) revela muitos problemas das primeiras igrejas com falsos mestres, a introdução de falsas doutrinas, a hipocrisia, a apatia espiritual, o orgulho, o mau uso dos dons espirituais, a falta de decência e ordem etc. Escrevendo aos coríntios, Paulo mencionou um problema de “imoralidade que não ocorre nem entre os pagãos, a ponto de alguém de vocês possuir a mulher de seu pai. E vocês estão orgulhosos!” (1 Coríntios 5:1-2) Jesus dirige uma repreensão particular a cinco das sete igrejas do Apocalipse (Apocalipse 2 e 3; as exceções são Esmirna e Filadélfia). Contudo, jamais vemos que os apóstolos recomendaram que viver “desigrejado” era a solução para qualquer um desses problemas!

 

COMPROMISSOS DO CRISTÃO COM A IGREJA

   Ser membro de uma Igreja, e em especial de uma Igreja Batista do Sétimo Dia, implica tanto em benefícios quanto em responsabilidades. Avalie a lista de responsabilidades a seguir, e analise como está o seu comprometimento com a Igreja do Senhor.

   Congregar de forma regular. O primeiro imperativo bíblico a respeito da Igreja é que os membros frequentem as reuniões cristãs para oração, adoração, instrução nas Escrituras e comunhão com outros irmãos de fé. Desde os tempos do Antigo Testamento, havia “santas convocações” (Levíticos 23:1-2), às quais todo o povo deveria atender.

   O autor de Hebreus nos exorta: “E consideremo-nos uns aos outros para incentivar-nos ao amor e às boas obras. Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês veem que se aproxima o Dia” (Hebreus 10:25). A Igreja primitiva “todos os dias, continuava a reunir-se” (Atos dos Apóstolos 2:46). Você tem participado das programações de sua congregação? Se não, o que lhe tem impedido?

   Ter reverência pela casa de Deus. “Mas o Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra” (Hq 2:20) O apóstolo Paulo ordenou que “tudo seja feito com decência e ordem” (1 Coríntios 14:40). Reverência quer dizer ter o máximo respeito. Estamos indo a esse espaço sagrado para adorarmos e aprendermos mais do Senhor. Portanto, não é um ambiente para conversas impróprias, utilizar o celular para fins não espirituais ou deixar crianças menores que nos acompanham correndo pelos corredores de maneira perturbadora aos demais irmãos que desejam prestar atenção à programação.

   Participar das ordenanças. A Igreja possui autoridade para ministrar as ordenanças deixadas pelo Senhor Jesus: o batismo (Mateus 28:18-20), como um testemunho público da aceitação do senhorio de Cristo; e a Santa Ceia (Mateus 26:26 28), que rememora a paixão do Senhor e é uma renovação de nossa aliança com Ele. Todos os membros da Igreja são chamados a participar de tais ordenanças.

   Servir à Igreja e aos irmãos. O Espírito Santo, de acordo com a Sua soberana vontade, repartiu dons aos membros de Sua Igreja (1 Coríntios 12:7-12). Tais dons foram dados “com o fi m de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo” (Efésios 4:12-13)

   O nosso dever é servirmos a nossos irmãos em Cristo de acordo com a graça que nos foi dada: “Se o dom que recebemos é o de anunciar a mensagem de Deus, façamos isso de acordo com a fé que temos. Se é o dom de servir, então devemos servir; se é o de ensinar, então ensinemos; se é o dom de animar os outros, então animemos. Quem reparte com os outros o que tem, que faça isso com generosidade. Quem tem autoridade, que use a sua autoridade com todo o cuidado. Quem ajuda os outros, que ajude com alegria” (Romanos 12:6-8, NTLH).

   Reflita de que forma você poderia ajudar a sua congregação: na recepção, dando boas-vindas afetuosas aos irmãos e visitantes que chegam? Pregando, ou ensinando na Escola Bíblica? Cantando, ou tocando algum instrumento? Auxiliando na limpeza, organização e decoração do espaço? Dando uma carona a irmãos que moram distante ou não tenham condições de virem sempre ao culto? As possibilidades são múltiplas.

   Respeitar os líderes. Os cristãos devem ouvir os ensinamentos e as orientações dos seus líderes, sempre que estes estiverem em conformidade com a Palavra do Senhor. Devemos seguir de perto o seu ensino, procedimento, propósito, fé, amor e perseverança, juntamente com as suas perseguições e sofrimentos (2 Timóteo 3:10-11). “Lembrem-se dos seus líderes, que lhes falaram a palavra de Deus. Observem bem o resultado da vida que tiveram e imitem a sua fé” (Hebreus 13:7) Reconheça e coopere com a liderança para facilitar o seu trabalho. E não esqueça de orar por eles, de forma contínua e fiel.

   Contribuir financeiramente. Esse é um tema bastante espinhoso em nossos dias, devido à manipulação feita nas igrejas que ensinam a “Teologia da Prosperidade”. Contudo, a Bíblia ensina que o cristão deve contribuir financeiramente com a Igreja. Tais valores são empregados tanto para a sua manutenção física (como gastos com aluguel, energia elétrica, água etc.) quanto para o avanço espiritual de sua obra (salário de pastores e obreiros, impressão de folhetos e materiais evangelísticos, ações sociais etc.). Existem alguns princípios bíblicos que podem nos orientar nessa questão. Escrevendo aos coríntios, Paulo ordenou: “No primeiro dia da semana, cada um de vocês separe uma quantia, de acordo com a sua renda, reservando-a para que não seja preciso fazer coletas quando eu chegar” (1 Coríntios 16:2).

   Nesse texto, vemos primeiramente o princípio da regularidade: a oferta deveria ser separada com periodicidade (“no primeiro dia”21). Por exemplo, se recebemos nosso salário mensalmente, não deveríamos nos lembrar de separar uma oferta apenas no Natal ou na Páscoa de cada ano!

   Segundo, Paulo menciona o princípio da proporcionalidade: “de acordo com a sua renda”, pois como ele afirma em outro texto, “a contribuição é aceitável de acordo com aquilo que alguém tem, e não de acordo com o que não tem” (2 Coríntios 8:12). E por fi m, em um outro texto Paulo menciona um terceiro princípio, o princípio da alegria: “Cada um dê conforme determinou em seu coração, não com pesar ou por obrigação, pois Deus ama quem dá com alegria” (2 Coríntios 9:7). A oferta deve ser acompanhada da alegria de estar contribuindo para o reino de Deus.

   Manter um elevado testemunho de vida. Como membros da Igreja do Senhor, temos um testemunho para apresentar ao mundo. As pessoas estão constantemente nos observando. A nossa vida é uma “carta de Cristo”, “escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de corações humanos” (2 Coríntios 3:3). O próprio Deus ordena que os crentes sejam santos, porque Ele é Santo (1 Pedro 1:16). O que as pessoas “leem” quando nos observam na escola, no trabalho, na vida familiar? O que elas aprendem sobre Cristo? O que elas deduzem sobre as crenças e práticas da Igreja Batista do Sétimo Dia? Não permitamos que o nome de Deus seja blasfemado entre os gentios por nossa causa (Romanos 2:24).

   Pregar o Evangelho. A ordem de Mateus 28:18-20 é chamada de a “grande comissão”; mas alguns têm se referido ao texto como a “grande omissão”, já que realmente não são numerosos os cristãos envolvidos de forma prática em pregar o Evangelho.

   O “Ide” de Jesus não se aplica apenas aos pastores ou a uma classe especial de obreiros e evangelistas; é uma ordem a todos os membros da Igreja. Se já fomos reconciliados com Deus, devemos pregar essa mensagem da reconciliação ao mundo. “Deus em Cristo estava reconciliando consigo o mundo, não lançando em conta os pecados dos homens, e nos confiou a mensagem da reconciliação. Portanto, somos embaixadores de Cristo, como se Deus estivesse fazendo o seu apelo por nosso intermédio. Por amor a Cristo lhes suplicamos: Reconciliem-se com Deus” (2 Coríntios 5:19-20) Precisamos refletir nas fortes palavras de Charles H. Spurgeon: todo cristão é um missionário ou um impostor.

   Como você tem cumprido pessoalmente essa ordem de Cristo? E a respeito de sua igreja local? Que trabalhos ou projetos poderiam ser desenvolvidos para se alcançar mais pessoas em sua cidade e região?

 

APLICAÇÃO

   Enquanto escrevia a mensagem desse estudo, uma notícia chamou a minha atenção no portal Guia-me: “Cristãos cultuam a Deus escondidos em chiqueiros e cemitérios na China”23. Uma vez que nesse país há uma forte repressão e controle estatal sobre os grupos cristãos, por parte do regime comunista, muitos locais de reunião foram fechados, demolidos à força ou assumidos para uso do governo.

   O que tais cristãos fazem? Utilizam chiqueiros, currais de ovelhas e cemitérios como seus locais de cultos. Para evitar o horário de trabalho do pessoal do governo, os crentes começam suas reuniões antes do amanhecer e terminam antes das 8 horas da manhã. Muitos precisam caminhar quilômetros para chegarem ao espaço escolhido.

   Viver “desigrejado” não é uma opção para nossos irmãos chineses! E o que podemos dizer a respeito de nossas condições? Usufruímos de plena liberdade religiosa em nosso país, e muitas vezes de uma congregação com boa localização e certo aconchego físico. Como poderíamos justificar a nós mesmos perante Deus por não termos assumido nossos devidos compromissos com a Sua igreja?

   Precisamos reconhecer a necessidade de estarmos juntos com nossos irmãos de fé, bem como de obedecermos ao que as Escrituras ordenam em termos de membresia e participação eclesiástica. Também devemos nos desfazer da mentalidade “consumidora” (que questiona o que ela pode receber da Igreja) e adotar a perspectiva “colaboradora” (que pergunta de que formas pode ser útil e servir à igreja).

 

CONCLUSÃO

   Existem problemas nas igrejas locais? Sem dúvidas! Minha congregação jamais será perfeita enquanto eu for membro dela! Assim será até a glorificação, quando seremos finalmente livres da presença do pecado. Contudo, os “desigrejados” estão jogando fora o bebê junto com a água suja da banheira. Se eu vejo problemas em minha comunidade local, preciso me questionar o que posso fazer para transformá-la, ao invés de simplesmente abandoná-la.

   Apesar de o foco da vida em Igreja ser cristocêntrico, a Ciência vem apontando diversos benefícios relacionados à frequência e participação nas atividades da Igreja aos seus membros. Apenas para citar alguns poucos exemplos:

• Pesquisadores de Harvard descobriram que a frequência regular à igreja pode fortalecer a saúde física e mental e, especialmente, os casamentos. As mulheres assíduas aos cultos possuem um risco 27% menor de morrer por problemas cardíacos e câncer e risco 28% menor de sofrer com depressão, quando comparadas com pessoas que não frequentam cultos religiosos.

• Um estudo publicado na revista PLOS ONE relatou que aqueles que frequentam cultos religiosos regularmente são menos estressados em comparação com outras pessoas que não frequentam tais serviços.

• Uma pesquisa publicada no Journal of Social Psychological and Personality Science revelou que “o culto religioso tem sido relacionado com a longevidade”. Pessoas que frequentam a igreja vivem entre 5,64 e 9,45 anos a mais do que aquelas sem afiliação religiosa.

• Outro estudo da Universidade de Harvard apontou que as crianças que eram levadas à igreja pelos pais semanalmente ou incentivadas à oração se transformaram em adultos mais satisfeitos com a vida ao chegarem à fase adulta, além de apresentarem uma maior tendência a evitar o abuso de bebidas alcoólicas, fumo, drogas e a promiscuidade sexual.

   Infelizmente, muitos querem se livrar da igreja para serem “cristãos” do seu jeito, para acreditarem no que quiserem e para fazerem o que quer que sintam vontade. Vivemos em uma época em que as pessoas são cada vez mais alheias a regras e limites (e o que dirá de correções e disciplinas!); torna-se então mais cômodo viver um “Cristianismo carreira solo”. Amados irmãos, precisamos cultuar, aproveitar o privilégio da liberdade de irmos à igreja e podermos conviver entre irmãos. Renovemos o nosso compromisso com o Senhor e com a Sua Igreja! Que Deus nos ajude nesse serviço.

 

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO EM CLASSE

1. Quais são os principais argumentos utilizados pelos “desigrejados”? Como responder a cada um deles?

R.0

2. É possível que haja pessoas que já frequentaram sua congregação, mas hoje estão afastadas. O que sua igreja pode fazer para alcançá-las novamente?

R.

3. O que devo fazer se percebo problemas em minha igreja local? Abandoná-la é uma possibilidade?

R.

4. Quais são alguns dos compromissos bíblicos que o cristão tem com a Igreja? Você acrescentaria mais algum àqueles que foram listados na lição?

R.

5. Qual tem sido o testemunho de sua igreja local? O que a Igreja Batista do Sétimo Dia pode fazer para se tornar mais relevante e alcançar mais pessoas para o reino de Cristo?

R.

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