Não vos priveis um ao outro, senão por consentimento mútuo por algum tempo, para vos aplicardes ao jejum e à oração; e depois ajuntai-vos outra vez, para que Satanás não vos tente pela vossa incontinência.
1 Coríntios 7:5
Talvez por influência do ascetismo, doutrina filosófica que defende a abstenção dos prazeres para atingir a perfeição e o equilíbrio moral e espiritual, alguns irmãos da igreja de Corinto enviaram questionamentos a Paulo sobre se seria bom que o homem não tocasse em mulher. Mas Paulo os alerta de que, “por causa da impureza”, cada um deve ter sua esposa, e cada mulher o seu próprio marido e um não pode se negar ao outro. Ora, Corinto era uma cidade em que havia muita prostituição, então, o fato de um dos cônjuges evitar a relação sexual, poderia levar o outro à tentação de procurar satisfazer-se fora do casamento. O compromisso do casal inclui a união sexual e isso foi ordenado por Deus, quando criou o homem e a mulher: “...e serão os dois uma só carne.”