21 E, partindo Jesus dali, foi para as partes de Tiro e de Sidom. 22 E eis que uma mulher cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada. 23 Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós. 24 E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. 25 Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me! 26 Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. 27 E ela disse: Sim, SENHOR, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores. 28 Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã.

No evangelho de Marcos, essa narrativa está localizada entre duas ocorrências importantes. Na cronologia da narrativa, ela é antecedida pelo ataque de Jesus ao código de pureza mantido pela halakah - a tradição oral farisaica e o apelo a korban (Mc. 7:1-23) fazendo repetidas vezes antítese entre a Escritura e a tradição oral (cf. Mc. 7:8; 7:9; 7:10). Imediatamente após a descrição da libertação da filha da mulher siro-fenícia (7:24-30), está a descrição de uma cura na região da Decápolis de um homem cuja deficiência estava na fala e na audição (Mc. 7:31-37).

Com relação ao paralelo de Mateus 15:21-28, o texto de Marcos possui suas distinções, faltando alguns detalhes acrescidos por Mateus, preservando, todavia, outros detalhes não mencionados no relato de Mateus, como se observa abaixo:

Marcos 7:34-30

Mateus 15:21-28

24Levantando-se, partiu dali para as terras de Tiro e Sidom. Tendo entrado numa casa, queria que ninguém o soubesse; no entanto, não pôde ocultar-se, 21 Partindo Jesus dali, retirou-se para os lados de Tiro e Sidom.
25 porque uma mulher, cuja filhinha estava possessa de espírito imundo, tendo ouvido a respeito dele, veio e prostrou-se-lhe aos pés. 26 Esta mulher era grega, de origem siro-fenícia, e rogava-lhe que expelisse de sua filha o demônio. 22 E eis que uma mulher cananéia, que viera daquelas regiões, clamava: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim! Minha filha está horrivelmente endemoninhada.
  23 Ele, porém, não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, aproximando-se, rogaram-lhe: Despede-a, pois vem clamando atrás de nós. 24 Mas Jesus respondeu: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. 25 Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me!
27 Mas Jesus lhe disse: Deixa primeiro que se fartem os filhos, porque não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. 26 Então, ele, respondendo, disse: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.
28 Ela, porém, lhe respondeu: Sim, Senhor; mas os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem das migalhas das crianças. 27 Ela, contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.
29 Então, lhe disse: Por causa desta palavra, podes ir; o demônio já saiu de tua filha. 30 Voltando ela para casa, achou a menina sobre a cama, pois o demônio a deixara. 28 Então, lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres. E, desde aquele momento, sua filha ficou sã.

Partindo Jesus dali. Jesus estava na "terra de Genesaré" (Mt. 14:34), uma planície na margem noroeste do mar da Galiléia, onde havia uma cidade com o mesmo nome. Cafarnaum, cidade em que Jesus morava (Mt. 4:13), ficava mais ao norte, e decerto Jesus e seus discípulos foram desviados em sua rota pelo forte vento e pelas violentas ondas que enfrentaram no lago da Galiléia, em sua trajetória (Mt. 14:22-34). Estando ali, Jesus aproveitou a oportunidade para anunciar o evangelho do reino e curar os enfermos que o procuraram (Mt. 14:35,36).

Mateus registra que Jesus retirou-se para os lados de Tiro e Sidom. Esta é uma expressão idiomática para a região de Tiro e Sidom. Tiro é uma antiga cidade fenícia no Líbano na costa do Mar Mediterrâneo, e que fica cerca de 30 quilômetros de Sídon. Por sua vez, Sídon (atualmente a terceira maior cidade do Líbano) era uma antiga cidade costeira da Síria-Palestina, ao norte de Tiro, a menos de sessenta quilômetros de Nazaré.

Marcos afirma que Jesus não "queria que ninguém soubesse que estava ali" (Mc. 7:24). Jesus decidira que iria passar despercebido, oculto, naquela cidade. Ele não queria que ninguém percebesse que tinha entrado numa casa. Queria passar incógnito. Queria estar desconhecido. Queria ter tranqüilidade. Não queria ser perturbado! Provavelmente pretendia descansar um pouco de suas exaustivas viagens. De qualquer forma, a intenção de Jesus era passar despercebido, objetivo que não consegue, pois Marcos diz que: "No entanto, não pôde ocultar-se" (Mc. 6:24). Sua fama se havia difundido para além da Galiléia e os povos que viviam na região fronteiriça entre as duas regiões já tinham ouvido falar dele (cf. Mc. 7:25).1

O propósito da viagem não é registrado. Para Cranfield, Jesus queria ter algum momento de privacidade.2 Segundo Vincent Taylor, a finalidade desta viagem não era missionária". Segundo o autor, a frase "não queria que ninguém o soubesse" revela que Jesus foi em busca de solidão e, à luz do relato seguinte, podemos imaginar que Jesus queria refletir sobre a finalidade e o desenvolvimento de seu ministério.3 Ched Myers também sugere que "a intenção dessa pequena viagem ao longo da parte síria era a de se afastar para reflexão".4 Todavia, há estranheza nessa idéia: por que Jesus se retiraria para as regiões de Tiro e ainda entraria na casa de alguém em uma cidade para refletir? Parece ser mais comum nas narrativas evangélicas perceber o deserto ou os montes ermos como "espaços de reflexão" para Jesus, do que cidades e povoados (que normalmente eram "espaços de ação").5 Portanto, se é possível indicar que a viagem não contemplava propósitos missionários, tão pouco optar pela intenção de um tempo para reflexão será uma melhor opção.

"E eis que uma mulher cananéia, que viera daquelas regiões. O adjetivo "cananéia" é quase arcaico. Marcos acrescenta que "esta mulher era grega, de origem siro-fenícia" (Mc. 7:26). Em outras palavras, era uma gentia. De acordo com Frank Sttag, o evangelista Marcos identifica a mulher pela linguagem como "uma grega", e, pelo nascimento, como "siro-fenícia".6 No mesmo sentido, Cranfield, analisando a expressão hellenis (helênica), afirma que "ela não era grega por nacionalidade, como as palavras seguintes mostram. Então, a palavra tem que significar ou fala e cultura gregas ou então gentia, pagã".7 Marcos, pois, como observa a maioria dos intérpretes, "descreve a mulher por sua religião e por sua nacionalidade".8

Essa mulher tinha uma filha muito doente, a quem amava muito, e estava disposta a fazer qualquer coisa para que fosse curada. Ouvira falar em alguém que tinha o poder de curar e saiu à sua procura até encontrá-lo. Quando soube que Jesus estava na região onde ela morava, foi até Ele. Ela foi inoportuna e interrompeu a tranqüilidade que Jesus desejava. Ele queria passar despercebido e ficar só, mas apareceu ela, incomodando-o e lhe importunando com o seu pedido.9

O favor que a mulher pede a Jesus tem como alvo a sua filha que estava "horrivelmente endemoninhada" (Mt. 15:22). Mateus registra que enquanto eles iam pelo caminho, essa mulher vinha gritando atrás: "Senhor, Filho de Davi, tenha misericórdia de mim! A minha filha está horrivelmente dominada por um demônio!" (Mt. 15:22). Mas, diz o texto, "Jesus não lhe respondeu nada" (Mt. 15:23). Jesus não lhe disse uma só palavra, mas a fez caminhar com Ele um bom pedaço do caminho. Por que fazer esta caminhada? Por que será que, às vezes, a resposta à nossa oração parece tão lenta e difícil?

A princípio, Jesus parecia não lhe prestar atenção. Todavia, esta era uma mulher perseverante e ela não desistiu de interceder por sua filha, e a insistência foi tanto que os discípulos de Jesus, demonstrando impaciência para com a mulher, "aproximando-se, rogaram-lhe: Despede-a, pois vem clamando atrás de nós" (Mt. 15:23). Os clamores daquela mulher os perturbavam. Mister se faz transcrever aqui o comentário de William Barclay:

A reação dos discípulos não era um sentimento de compaixão. Pelo contrário, para eles a mulher era um estorvo e queriam livrar-se dela o mais rápido possível. Aceder a um pedido para livrar-se de alguém que é, ou pode converter-se em um estorvo, é uma reação muito comum, mas é muito diferente do amor, da compaixão e da piedade cristãos.10

A história é clara quando mostra que a mulher foi rejeitada por Jesus e também pelos discípulos. Mas ela continuou insistindo; sua teimosia a salvou. Poderia ter abandonado seu empenho e retornado à sua casa quando Jesus não lhe deu atenção ou quando lhe disse que não. Mas ela não se rendeu. Queria atrair a atenção de Jesus e, com sua insistência, conseguiu Sua ajuda. Ela tinha plena certeza de que se conseguisse arrancar uma palavra de cura da boca de Jesus, sua filha recuperaria a saúde.11

Ante a insistência para que Jesus atendesse àquela mulher, Ele lhes respondeu: "Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel" (Mt. 15:24). A Nova Versão Internacional é mais enfática: "Eu fui enviado apenas às ovelhas perdidas de Israel". Anteriormente, Jesus já havia instruido os doze apóstolos a não se dirigirem aos não judeus: "Não se dirijam aos gentios, nem entrem em cidade alguma dos samaritanos" (Mt. 10:5). É como se Jesus dissesse: "Eu não posso fazer nada por sua filha agora, porque, por enquanto, meu trabalho é dentro da fronteira geográfica de Israel". Jesus tinha uma certa prioridade cronológica: "primeiramente aos judeus".

Segundo Uwe Wegner, nas palavras do primeiro evangelista, o envio de Jesus destina-se, prioritariamente, para a redenção do seu próprio povo. Isto significa que a salvação oferecida a gentios, como a cura do servo do centurião e da filha da mulher siro-fenícia (Mt. 8:5-13; 15:24-30), não possui senão caráter excepcional. Nesse contexto, a salvação dos não-judeus é reservada unicamente para o período após a morte e ressurreição de Jesus (cf. Mt. 21:33-44; 28:16-20).12

Ela, porém, veio e o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me! Marcos, de uma forma mais dramática, diz que a mulher "veio e prostrou-se-lhe aos pés" (Mc. 7:25). Literalmente, ela se ajoelhou aos pés de Jesus e o adorou. Se nós aprendêssemos isso, saberíamos que não tem nada que aproxima mais a Deus em direção a uma vida humana do que uma postura quebrantada diante Dele. O salmista Davi já sabia disso e por isso afirmou: "Um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus" (Sl. 57:17). Também o Salmos 34:18 diz assim: "Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito". É quase que uma relação de simultaneidade. Um ser humano ereto vê um Deus ereto e distante. Um ser humano quebrantado vê um Deus que se aproxima proporcionalmente à sua atitude de se prostrar diante Dele.

Essa mulher grega, talvez uma senhora importante de certo nível social, não se importou de jogar-se aos pés de Jesus e suplicar-lhe; tampouco a perturbou o fato de ser rejeitada uma, duas, três vezes. Ela insistiu. E aqui há um paradoxo: não há nada que coloque o homem numa situação de maior vulnerabilidade do que o ato de suplicar e não há nada que constranja mais o coração de Deus do que a obstinação do suplicante.

Todavia, Jesus tornou a negar-se pela terceira vez, respondendo-lhe com um conhecido provérbio de rua, repleto de preconceitos contra os não-judeus: "Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos" (Mt. 15.26). Este era um desses versos de praça, de esquina, um desses adágios populares conhecido a todos. Jesus usou o termo "filhos" representando os judeus e referiu-se aos gentios como cães.13 O judeu falava com uma arrogante insolência de "os cães gentios", os "cães infiéis" e, mais adiante, dos "cães cristãos".14 Entretanto, a aparente rudeza da expressão de Cristo foi abrandada pelo uso do diminutivo "cachorrinhos" ou "filhotes" (gr. kunaria). Esta palavra aplicava-se aos cachorrinhos que viviam nas casas como animais de estimação, não os cães vadios das ruas.15

Não obstante ouvir isso, essa mulher sabia que estava diante da melhor alternativa de cura para sua filha, provavelmente sua última esperança. Assim, lutou e desafiou todas as normas. Falou com um homem, um homem judeu, na rua; insistiu com ele apesar de ter recebido um não. Não se importou com o status social de Jesus, nem com a sua origem cultural inferior à sua, conforme a sociedade grega, e precisou engolir o seu orgulho, quando Jesus a chamou de cachorrinha. Manteve-se firme e com isso venceu a primeira posição de Jesus de servir somente aos da casa de Israel.16 Jesus deu a entender à mulher que esperasse, que primeiro deviam ser saciados os filhos, porque não era bom tomar o pão deles e lançá-los aos cachorrinhos. Todavia, a filha dessa mulher estava doente e precisava da intervenção de Jesus naquele momento para ser curada. Depois poderia ser tarde demais.

A réplica da mulher é indiscutivelmente inteligente e surpreendente: "Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos" (Mt. 15:27). A resposta destemida da mulher foi a resposta da fé. Usando o termo diminutivo que Cristo usou em relação aos cães, ela descreve uma cena tocante dos cachorrinhos lambendo as migalhas que caíam das mãos das crianças. Tudo o que pedia era uma migalha das bênçãos que estava à disposição da parte dos judeus.17 A mulher aceitou inteiramente a ordem divina, e a sua fé agarrou-se à verdade que se lhe aplicava. Taylor assegura que "a mulher não nega a verdade das palavras de Jesus, mas as completa".18

Então Mateus registra a reação de Jesus: "Ó mulher, grande é a tua fé! Faça-se contigo como queres" (Mt. 15:28). E marcos complementa: "Por causa desta palavra, podes ir; o demônio já saiu de tua filha" (Mc. 7:29). Ao contrário do que se esperava, Jesus não acompanha a mulher até sua casa, mas pede que ela se vá assegurando que sua filha fora liberta do mal que a possuía. Segundo Mateus: "E, desde aquele momento, sua filha ficou sã" (Mt. 15:28).

Marcos finaliza esta narrativa dizendo que: "Voltando ela para casa, achou a menina sobre a cama, pois o demônio a deixara" (Mc. 7:30). Essa mulher siro-fenício tem fé o suficiente para obter o que precisa por meio da súplica. E luta por isso. Ela consegue alterar os tempos. Não quer esperar que uns sejam beneficiados antes que os outros. Ela acredita que todas as pessoas e todos os povos, ao mesmo tempo, devem ser partícipes da misericórdia de Deus. Ela tem a firme convicção de que todos os demais povos também têm o direito de participar do reino de Deus, anunciado por Jesus. A perseverança, a humildade, a súplica insistente e a coragem dessa mulher fizeram com que Jesus mudasse de atitude e curasse a sua filha.

REFERÊNCIAS

  1. TAYLOR, Vincent. Evangelio segun San Marcos. Madrid: Ediciones Cristiandad, 1980, p. 411.

  2. CRANFIELD, C.E.B. The Gospel according Saint Mark: an introduction and commentary. Cambridge University Press, 2000, p. 246.

  3. TAYLOR, Vincent. Op. cit., p. 411.

  4. MYERS, Ched. O Evangelho de São Marcos. São Paulo: Paulinas, 1992, p. 252.

  5. Oberve, por exemplo: Marcos 1:35; 3.13; 6.46; 9.2; 14.32.

  6. STTAG, Frank. Mateus. In. ALLEN, Clifton J. (Ed). Comentário bíblico Broadman: Novo Testamento. 3. ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1986, v. 8, p. 212.

  7. CRANFIELD, C.E.B. Op. cit., p. 247.

  8. TAYLOR, Vincent. Op. cit., p. 412. No mesmo sentido: TURLINGTON, Henry E. Marcos. In. ALLEN, Clifton J. (Ed). Comentário bíblico Broadman: Novo Testamento. 3. ed. Rio de Janeiro: JUERP, 1986, v. 8, p. 398.

  9. TAMEZ, Elsa. As mulheres no movimento de Jesus, o Cristo. São Leopoldo: Sinodal, 2004, p. 67.

  10. BARCLAY, William. Comentario al Nuevo Testamento: Mateo. Barcelona: Editorial Clie, 1997, v. 1, Tomo II, p. 35.

  11. TAMEZ, Elsa. Op. cit., p. 67,68.

  12. WEGNER, Uwe. Exegese do Novo Testamento: manual de metodologia. 5. ed. São Leopoldo: Sinodal, 1998, p. 142.

  13. BROWN, Raymond E. Introdução ao Novo Testamento. São Paulo: Paulinas, 2004,p. 218.

  14. BARCLAY, William. Op. cit., p. 36.

  15. KENT JR, Homer A. Mateus. In. PFEIFFER, Charles F.; HARRISON, Everett F. Comentário bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular,1990, v. 4, p. 38.

  16. TAMEZ, Elsa. Op. cit., p. 68.

  17. BURDICK, Donald W. Marcos. In. PFEIFFER, Charles F.; HARRISON, Everett F. Comentário bíblico Moody. São Paulo: Imprensa Batista Regular,1990, v. 4, p. 95.

  18. TAYLOR, Vincent. Op. cit., p. 413.

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