Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes.

João 13:17 

INTRODUÇÃO

   O pastor Jonas Sommer ao escrever a lição da escola Bíblica Sabatina do dia 10/05/2014, discorrendo sobre o tema, “Teoria só não basta”, citou o professor Alberto Consolaro, que descreveu como funciona o processo de comunidade. Uma pesquisa revelou que, via de regra, as pessoas em geral ouvem100% daquilo que é dito apenas nos primeiros cincos minutos. Na sequência, a capacidade de ouvir e reter vai diminuindo à medida que o tempo vai passando. Não seria exagero dizer que, em parte, o problema está na falta de interesse de ouvir e em uma necessidade gritante de falar. Esse não é um problema moderno, como se vê ao longo do tempo. Ainda de acordo com a pesquisa somos capazes de reter: 10% do que lemos; 20% do que escutamos; 30% do que vemos; 50% do que vemos e escutamos (audiovisual); 70% do que ouvimos e logo discutimos. 

   Em nossa vida pode não fazer tanta diferença o quanto lemos ou ouvimos da Palavra de Deus. Mas, fará maior diferença o quanto conseguirmos praticar a Palavra. “Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados” (Romanos 2:13).

   Jesus em suas mensagens, sempre enfatizou a necessidade de se preservar uma vida de humildade, sendo assim Ele sabia da importância na vida prática. Ele envia dois de Seus discípulos à cidade a encontrar um local aonde seria celebrado a pascoa, logo que encontraram se dirigiram para lá e o grande no momento chegou, todos estava à mesa e eles foram surpreendido pelo Mestre, ao se levantar da mesa tomar uma toalha e bacia e em seguida começar a lavar os pés deles. Pedro não pensou duas vezes, logo perguntou: “Vai lavar os meus pés, Senhor”? (João 13:6), e Jesus responde: “O que eu faço você não compreende agora, mas vai entender depois” (João 13:7). Neste momento foi como se Jesus estivesse pedido calma, na hora certa vocês irão compreender, após essa grande lição, Jesus levanta e volta à mesa e diz compreendeis o que eu fiz, verso 17 Ele declara bem-aventurado sois se as praticarem, e isso significa dizer vocês serão muito feliz se assim proceder.

 

INSTITUIÇÃO DO LAVA-PÉS 

   O texto bíblico que fala da instituição do lava-pés é o mesmo que nos dá a ideia de seu significado. É no texto do Evangelho de João 13:1-17, que vamos encontrar motivos para praticar ou não essa cerimônia. Os motivos que levaram Jesus a realizar este ato nos dirão se ele ainda é válido para nossa época. Como podemos ver, o ato é uma clara representação do princípio da humildade. Ao analisar o texto fica evidente que é um exemplo a ser praticado e não apenas uma opção, mas sim, um mandamento (versículos 14 e 15), ao olharmos relatos da ceia nos Evangelhos, especialmente Mateus e Lucas, temos a impressão que o principal motivo de Cristo ter lavado os pés aos discípulos é, de fato, o ensino da humildade. Mateus 20:20 e Marcos 10:35 falam do pedido da mãe de João, Tiago e deles próprios para se tornaremos mais importantes no Reino. Lucas 22:24. João registra a cerimônia de lavar os pés com o objetivo didático. Jesus sendo Senhor se inclina em um gesto de humilhação, para que esse ensino marcasse a vida ministerial deles.

   A princípio pode-se ver que, o capítulo 13 começa fazendo referência à Páscoa, festa que era muito importante no calendário judaico, que foi instituída em lembrança da morte dos primogênitos do Egito e a libertação dos israelitas. O termo (páscoa) deriva de uma palavra hebraica, que significa a passagem do anjo exterminador, sendo poupadas as habitações dos israelitas, cujas portas tinham sido aspergidas com o sangue do cordeiro pascal (Êx 12:11-27)91. A palavra Páscoa é aplicada não somente à festa no seu todo, mas também ao cordeiro pascal, e a refeição preparada para essa ocasião (Lucas 22:7; 1 Coríntios 5:7; Mateus 26:18-19; Hebreus 11:28 em João 13:1 diz que Jesus sabendo que a sua hora era chegada, passagem desse mundo para o Pai, como podemos ver uma correlação com Jesus e a pascoa, como disse o apóstolo Paulo “Cristo é a nossa pascoa” 1 Coríntios 5:7.

   É interessante notar que Jesus era o próprio “Cordeiro” que naquela ocasião logo seria morto, cumprindo assim o que João testificou quando disse: “Eis o cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29). Esse momento era por demais significativos no cumprimento das profecias. O texto bíblico diz: “Então Jesus se dirigiu a eles, dizendo: — É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem” (João 12:23). Vemos em João 13:1 que, antes da festa da Páscoa, sabia Jesus que era chegada a Sua hora. Portanto, fica claro que o Senhor sabia que Sua missão estava chegando ao seu cumprimento. No capítulo 17:1, lemos: “Depois de dizer essas coisas, Jesus levantou os olhos ao céu e disse: — Pai é chegada a hora. Glorifica o teu Filho, para que o Filho glorifique a ti”.

   Estando próxima a crucificação, Jesus lava os pés de Seus discípulos, como prova final de Seu amor e para lhes deixar o exemplo de humildade e serviço. Em uma notável demonstração de amor, Jesus lava os pés de todos os Seus discípulos, inclusive de Judas. O ato de Jesus é ainda mais extraordinário porque lavar os pés de uma pessoa, era uma tarefa normalmente realizada por escravos gentios. Numa cultura onde as pessoas caminhavam longas distâncias de sandálias em estradas empoeiradas, era costume, de o hospedeiro providenciar água para se lavar os pés. Isso era feito na chegada por um escravo. Aqui vemos se cumprindo o que Jesus havia ensinado quando disse: “tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mateus 20:28). Jesus o nosso mestre por excelência nos deixou Seu exemplo em todos os detalhes da vida cristã. 

 

LIÇÕES SOBRE O ATO DE LAVAR OS PÉS

   Antes de fazer algum comentário sobre essa importante lição, é necessário dizer que muitos alegam não ser ela importante porque só João relatou a respeito do lava-pés. É relevante enfatizar que isso não nos dá o direito de invalidar uma verdade. Pode-se observar que no Evangelho de Mateus 12:38-40 está dito que Jesus passaria três dias e três noites no seio da terra, como aconteceu com o profeta Jonas. Ora, de forma explícita só vemos em Mateus tal afirmativa, mas isso não descaracteriza essa verdade, porque há uma comprovação de seu cumprimento. Muitos também afirmam que não creem na doutrina da Trindade ou Triunidade porque só Mateus 28:19 traz a conhecida afirmação: “em nome Pai, do Filho e do Espírito Santo”. De fato, ao fazermos uma análise mais criteriosa, veremos a verdade com muita clareza e, além disso, constataremos que ela é enfatizada em toda a Bíblia.

   Pois bem. Veremos que as lições que Jesus nos ensina vão muito além do ato, em si, de humildade, O Senhor toma a iniciativa. Ele Se levanta da Ceia “Páscoa”, cinge-Se com uma toalha, coloca água em uma bacia e começa a lavar os pés dos discípulos. Champlin observa que “esse serviço — a lavagem dos pés dos convivas — ordinariamente era efetuado pelos escravos, e certamente jamais era feito pelo anfitrião, posição essa que Jesus ocupava durante a festa da páscoa com seus discípulos92. Há um paralelo bíblico a esse respeito, uma serva lavando os pés dos servo de seu senhor, por ocasião que Davi mandou buscar Abigail, para que esta lhe fosse por mulher: “Então ela se levantou, e se inclinou com o rosto em terra, e disse: Eis que a tua serva servirá de criada para lavar os pés dos criados de meu senhor” (1 Samuel 25:41).

   Logo surge a reação de Pedro, um dos discípulos mais influentes do grupo. Ele se opôs. Era contra, portanto. Mas é interessante que Jesus repreendeu Pedro, dizendo: “O que eu faço você não compreende agora, mas vai entender depois” (João 13:7).

   Há um especial destaque na importância do capítulo 13 de João, pois nele vemos o término do ministério de três anos de Jesus. Foi um ministério de pregação, cura, ensino e de preparação dos Apóstolos para o exercício das funções para as quais foram chamados. O ensino de Jesus consistia na parte teórica e prática. Ele sempre chamou atenção da multidão e condenou a hipocrisia. Ninguém viveu com tanta transparência e autenticidade como o Senhor Jesus Cristo. “Quem de vocês me convence de pecado”? (João 8:46).

   Jesus, durante os três anos de ministério, ensinou dizendo: “O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre” (Lucas 6:40). No sermão do monte, Ele começa dizendo: “Bem-aventurados os humildes de espírito, por que deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3). Havia entre os discípulos o desejo de saber “Quem é o maior no Reino dos Céus”? (Mateus 18:1b). Possivelmente Pedro esperasse de seu Mestre esse reconhecimento. Por incrível que pareça no momento mais importante da instituição da Santa Ceia, como um memorial da morte e ressurreição de Jesus, ali estavam eles esperando uma posição de reconhecimento de seu mestre: “quem será o maior”? Lucas registrou dizendo que: “Houve também entre eles uma discussão sobre qual deles parecia ser o maior. Mas Jesus lhes disse: Os reis dos povos dominam sobre eles, e os que exercem autoridade são chamados de benfeitores. Mas vocês não são assim; pelo contrário, o maior entre vocês seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve. Pois qual é maior: aquele que está à mesa ou aquele que serve? Não é verdade que é aquele que está à mesa? Pois, no meio de vocês, eu sou como quem serve” (Lucas 22:24-27). Jesus é, sem dúvida, o nosso exemplo de humildade. É Ele mesmo quem afirma: “aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (Mateus 11:29). E, para complementar, fica aqui um texto para meditação: Analise Filipenses 2:2-9.

 

COMO A IBSD SE RELACIONA COM O LAVA-PÉS?

   Quero lembrar e fazer menção que, em nossa declaração de fé Batista do Sétimo Dia, esse assunto foi abordado. É oportuno recorrer ao que foi escrito nas páginas 98, 99 e 100, que diz o seguinte:

   “Nem todas as igrejas cristãs praticam o lava-pés por ocasião da celebração da Santa Ceia. Ressalvadas algumas exceções, porquanto o assunto é controvertível, os batistas do sétimo dia no Brasil, alicerçados em João 13:1-17, entendem e ensinam que a celebração da Santa Ceia alcança sua completude quando integrada pela cerimônia do lava-pés. Uma análise das circunstâncias e do contexto, faz-nos crer que o Salvador, decerto, desejava celebrar a festa da Páscoa a sós com os doze. Sabia que era chegada Sua hora. Ele próprio era o Cordeiro Pascal e, no dia em que se celebrava a Páscoa Ele devia ser sacrificado. Estava prestes a beber o cálice da ira; devia logo receber o final batismo do sofrimento. Algumas horas tranquilas Lhe restavam, porém, e essas deviam ser empregadas em benefício dos amados discípulos.

   Entre eles havia a disputa sobre qual seria o maior. Tal espírito de disputa e desarmonia, por certo muito entristecia o Salvador. Os discípulos não entendiam a Teologia profética do Messias sofredor. Pensavam apenas no Messias vitorioso, que formaria Seu poder assentando-se no trono de Davi. Portanto, sendo assim, ansiavam por uma posição mais destacada e elevada no Reino que logo se estabeleceria. A cultura daquela região e daquela época firmou-se na prática consuetudinária de que um escravo lavava os pés dos hóspedes em uma festa. Os discípulos conheciam isso e, por certo, aguardavam para ver quem era o mais rebaixado deles para assumir o papel do escravo. Mas, quão espantados ficaram! Sim, Jesus assumiu o papel do escravo: “Levantou-Se da ceia, tirou a vestimenta de cima e, tomando uma toalha, cingiu-Se com ela. Depois, deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxuga-os com a toalha com que estava cingido” (João 13:4 5). Na sequência, ordenou que Seu exemplo fosse seguido (vs. 12-17).

   Oportuno esclarecimento que o pastor Hernandes Dias Lopes faz sobre esse assunto:

   “Era costume que, antes de se assentarem à mesa, as pessoas lavassem os pés. Os discípulos tinham vindo de Betânia. Seus pés estavam cobertos de poeira. Eles não podiam assentar-se à mesa antes de lavar os pés. Esse era o serviço dos escravos, principalmente do escravo mais humilde de uma casa. Jesus estava no cenáculo com eles. Ali não havia servos. Jesus esperou que eles tomassem a iniciativa de lavar os pés uns dos outros. Mas eles eram orgulhosos demais para fazer um serviço de escravo. Ninguém tomou a iniciativa. Aliás, os discípulos abrigavam no coração a dúvida de quem era o mais importante entre eles (Lucas 22:24-30). O vaso de água, a bacia, a toalha-avental, dispostos ali, à vista de todos, os acusavam. (...). Mesmo assim, ninguém se mexia. Eles pensavam que privilégios implicavam grandeza, reconhecimento, aplausos e regalias. Jesus, porém, reprova a atitude deles, mostrando-lhes que, entre os que O seguem, mede-se a grandeza de qualquer um pelo serviço prestado. D. A. Carson diz corretamente que os discípulos ficariam felizes em lavar os pés de Jesus; eles não podiam conceber, entretanto, a ideia de lavar os pés uns dos outros, visto que essa era uma tarefa normalmente reservada aos servos inferiores. Pares não lavam os pés uns dos outros, exceto raramente e como sinal de grande amor’.

   Ainda em concordância com Hernandes Dias Lopes, o pastor Bernardino de Vargas Sobrinho chama atenção para o ambiente em que Jesus praticou o lava pés:

   “Foi no meio de tais homens que se sentiam muito importantes, entre eles Judas Iscariotes, o traidor, que Jesus Se levanta. Mesmo sabendo que era o Filho de Deus e que tinha vindo do Céu e voltava para o Céu, Jesus cinge-se com uma toalha, deita água em uma bacia e começa a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha. Jesus repreende o orgulho dos discípulos com Sua humildade. Jesus mostra que, no reino de Deus, maior é o que serve. A grandeza no reino de Deus não é medida por quantas pessoas estão a seu serviço, mas a quantas pessoas você está servindo” (LOPES. Hernades Dias. 2015, p. 347,48, apud, VERGAS, 2018, p. 99)

   Este é um ato de verdadeira humildade. Os discípulos reconheceram Jesus como Mestre e Senhor e, Jesus o confirma como parte de Sua identidade. A humildade que Jesus está mostrando aqui não é falsa humildade, está fundamentada na verdade. Em Mateus 11:29 está dito: “[...], porque Sou manso e humilde de coração”. Enquanto os discípulos estavam pensando neste acontecimento, Jesus disse: “Ora, se eu, sendo Senhor e Mestre, lavei os pés de vocês, também vocês devem lavar os pés uns dos outros. Porque eu lhes dei o exemplo, para que, como eu fiz, vocês façam também” (vv. 14, 15). Assim nada adianta termos grande conhecimento da palavra se não colocar em prática em Lucas 6:46 Jesus afirma: “Por que vocês me chamam “Senhor, Senhor!”, e não fazem o que eu mando”? Um detalhe muito importante na vida de Jesus, é a capacidade de interagir com as pessoas independente de sua posição em que ocupava na sociedade e demostrou desde o Seu nascimento até a sua morte, nasceu em uma manjedoura e morreu em cruz. Que esse exemplo venha impactar nossas vidas, a sermos o mais parecido possível com ele, e que assim seja para a sua glória e louvor!

 

CONCLUSÃO

   A Igreja Batista do Sétimo Dia no Brasil entende da importância de se praticar a cerimônia do “lava-pés” ensinado e praticado por Jesus, sendo a ceia do Senhor uma prática que lembra a morte e ressurreição de nosso salvador. É uma prática de grande relevância na vida do cristão. Pois todas as vezes que participamos temos a oportunidade de nos confraternizarmos uns com os outros.

   Jesus nos deixou como exemplo prático, de uma vida de humildade, quando ele disse “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (João 13:15). Não pode ser entendido como uma opção, mas sim um mandamento a ser praticado. E independente de sua posição social, essa lição tem como base tirar a máscara da hipocrisia, “Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas” (1 Pedro 2:21).

   Este é um ato de verdadeira humildade, uma grande lição para todos nós, que devido a própria natureza somos inclinados mais a sermos servidos do que servir, conforme o próprio Cristo ensina. Em Mateus 11:29 está dito: “[...], porque Sou manso e humilde de coração”. Enquanto os discípulos estavam pensando neste acontecimento, Jesus disse: “Ora, se eu, sendo Senhor e Mestre, lavei os pés de vocês, também vocês devem lavar os pés uns dos outros. Porque eu lhes dei o exemplo, para que, como eu fiz, vocês façam também.” (vv. 14, 15).

    Finalizo dizendo que é uma bênção poder praticar essa cerimônia “Lava-pés” e logo a seguir poder participar do cálice da nova aliança Ceia do Senhor. “Ora, se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as praticardes” (João 13:17).

 

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO EM CLASSE

1. Por que Jesus lavou os pés dos discípulos?

R.

2. Haveria a necessidade de Jesus lavar os pés dos discípulos? E por que isso aconteceu antes da ceia?

R.

3. Quais lições podem-se tirar para a nossa vida?

R.

4. Qual foi a recomendação que Jesus fez ao lavar os pés dos discípulos?

R.

5. Quem é o maior no Reino de Deus: quem serve ou quem é servido?

R.

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