Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;

Mateus 5:9 

INTRODUÇÃO

   Depois que Adão e Eva pecaram e consentiram que o pecado entrasse no mundo houve uma ruptura nos relacionamentos humanos, uma separação por causa do egoísmo inerente ao estado pecaminoso. É possível ver essa ruptura pouco depois da queda quando Deus chamou Adão e o questionou sobre sua desobediência. Na sua necessidade de autopreservação o pai da raça humana culpou sua esposa de tê-lo induzido a comer do fruto (Gênesis 3:9-12). Em outras palavras, Adão estava dizendo a Deus que se alguém era responsável pela transgressão e devia morrer, esse não era ele, mas sim Eva. Percebe-se claramente neste contexto as consequências trágicas do pecado. Antes de pecar Adão tinha um relacionamento pleno com sua mulher e a amava de uma forma perfeita. Mas bastou o pecado para que esse amor por Eva se tornasse em acusação e ressentimento.

   Mais adiante, essa ruptura nos relacionamentos se transformará no primeiro homicídio, ocasião em que Caim mata Abel por um motivo fútil, sem sentido, desprezível (Gênesis 4:3-8). A partir daí a história bíblica e humana se confundem com a violência, com as quebras de relacionamentos, as guerras e o ódio. É nesse contexto de ruptura do convívio fraternal por causa do ódio e do orgulho que Jesus nos chama para sermos pacificadores. 

 

 

A NATUREZA HUMANA DEPOIS DO PECADO

   O pecado é um elemento estranho na criação de Deus. Não podemos explicá-lo nem justificá-lo. O que sabemos por meio da Bíblia é que o pecado é a corrupção da perfeição, é a quebra das leis de Deus (1 João 3:4). E quando o pecado entra no homem esse se degrada, torna-se corrupto, inimigo do Criador. Tanto os anjos como os homens são iguais aqui. Ambas as categorias de seres foram criadas perfeitas com a liberdade de servir ou se opor à vontade de Deus. Parte dos anjos e toda a raça humana escolheram a segunda opção e o resultado na mudança de caráter de ambos é triste.

   Após a queda do homem criou-se um abismo de separação entre esse e Deus (Isaías 59:2). Esse abismo não se restringiu apenas ao relacionamento perfeito que existia antes da queda. Os efeitos do pecado se deram principalmente no caráter humano. O homem tornou-se imperfeito, egoísta, orgulhoso, amante dos prazeres da carne, individualista, arrogante, atrevido, inimigo de Deus. Antes da queda o centro de todas as coisas para o homem era Deus e Sua glória. Depois da queda o centro passou a ser o próprio eu. Deus não é o que importa, o próximo não é o que importa, mas somente a satisfação pessoal e a autopreservação. É por isso que vemos no mundo coisas que nos deixam perplexos. O que leva um pai a matar seu filho, um filho a maltratar seu pai, um irmão a desprezar a seus irmãos, uma mãe a trair sua filha, uma filha a odiar sua mãe? A resposta incômoda, mas única, é o pecado. Esse estado em que nos encontramos é que resulta nas atrocidades, guerras, explorações, estupros, subornos, traições, violências, entre outras coisas.

   Paulo diz que “não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus. Todos se desviaram e juntamente se tornaram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer” (Romanos 3:10-12). É por isso que o mesmo Paulo diz “Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto” (Romanos 7:15). Essa é nossa natureza. Éramos inimigos de Deus (Romanos 5:10), amantes do pecado e isso se manifesta nos nossos relacionamentos pessoais de forma negativa.

 

ISRAEL COMO FATOR DE RECONCILIAÇÃO

   Por causa da quebra do relacionamento do homem com Deus e do homem com o homem, o Senhor prometeu uma restauração da Sua imagem na raça humana (Gênesis 3:15). Para isso, Ele estabeleceu uma linhagem santa por meio da qual procurou mostrar ao mundo que, apesar do mal existente, era possível viver uma vida de bondade, mansidão, desprendimento. Desde Adão, passando por Enoque e chegando a Noé, vemos Deus buscando recriar Sua imagem na raça caída. O ápice dessa linhagem ocorre na vida de Abraão. Esse foi chamado para ser uma grande nação. Essa nação seria a linhagem santa. Ela representaria a vontade de Deus às demais nações da terra. Por seu exemplo, Deus traria paz e prosperidade a todos os homens de boa vontade (Gênesis 12:1-3). Mas sabemos que esse propósito de Deus para Israel não se cumpriu por causa da dureza de coração dessa nação. Em vez de ser um povo desprendido, pacífico, humilde, fiel ao Senhor, eles se tornaram arrogantes, egoístas, individualistas, agressivos, idólatras. As consequências são bem conhecidas. O primeiro efeito da infidelidade de Israel foi a divisão das doze tribos em dois reinos. Depois veio a dispersão da linhagem de Abraão entre às nações, primeiramente das tribos do norte e posteriormente das tribos de Judá e Benjamin.

   Quando Judá voltou do exílio babilônico, preocupou-se com os motivos que levaram o povo de Deus a ser expulso de sua terra. A partir desse período criaram-se leis, regras e tradições que tentavam evitar que esse infortúnio voltasse a acontecer. O que começou com boas intenções se transformou num laço. O povo judeu se tornou mais voltado para si próprio do que nunca. Seus anseios nacionais foram ampliados e seu amor pelos demais povos chegou a mais baixa escala desde os tempos antigos. Um judeu tinha orgulho de odiar a todos que não eram seus compatriotas. Ansiavam por um Messias militar que os libertaria do jugo das nações e os colocaria como “novo império romano”, subjugando os povos e os colocando em servidão. A preocupação não era restaurar a adoração de Deus entre as nações e sim buscar os seus próprios interesses pessoais de poder, riqueza e glória.

   Os ensinos do Mestre Jesus em Mateus 5 devem ter caído como uma bomba sobre a cabeça dos judeus. Não mais odiar seus inimigos, mas amá-los; não mais buscar ser servido, mas servir; não mais afrontar com violência o inimigo, mas oferecer a outra face; não mais “olho por olho, dente por dente” e sim não resistir ao perverso; não mais perdoar apenas sete vezes e sim, setenta vezes sete. A mensagem de Jesus buscava trazer o povo judeu à sua verdadeira missão: levar os demais povos a uma reconciliação com Deus, fato esse esquecido e totalmente negligenciado por eles. Tivesse Israel atendido ao chamado do Grande Pastor e os líderes religiosos não tivessem obstruído tão maravilhosa mensagem de renovação, eles teriam cumprido esse objetivo nos tempos da primeira vinda do Messias.

 

A IGREJA COMO MINISTÉRIO DE RECONCILIAÇÃO E FATOR PACIFICADOR NO MUNDO

   Precisamente no aspecto em que os judeus negligenciaram sua missão, a Igreja de Cristo triunfou. Por meio da Igreja Deus veio trazer o ministério da reconciliação entre um mundo caído e Ele próprio. Como Jesus disse no sermão do monte, “vós sois a luz do mundo” (Mateus 5:14). Israel fora chamado para ser luz e não o quis. Mas a Igreja aceitou essa missão, colocou-se como um farol em meio às trevas desse mundo perverso e o resultado foi a reconciliação de milhares de pecadores que habitavam no meio do paganismo e foram atraídos a Cristo pelo Evangelho do amor.

   Durante os primeiros séculos da era cristã, os cristãos foram perseguidos pelos judeus (Atos dos Apóstolos 8:1 e Atos dos Apóstolos 14:19) e pelos povos pagãos. O sangue das testemunhas de Jesus se derramou pelo chão das arenas, nos campos, nas cidades. A pregação do amor era respondida com um ódio maligno, instigado pelo príncipe das potestades do ar. Diante dessa atitude de judeus e pagãos frente aos cristãos era de se esperar que os seguidores de Cristo se rebelassem, se unissem em legiões para se defenderem dos inimigos. Afinal é dessa forma que a esmagadora maioria das pessoas agem ao serem atacadas, faz parte da autopreservação. Porém não foi assim que os cristãos agiram, mas de forma antinatural seguiram os passos do Mestre e como ovelhas mudas foram entregues aos tosquiadores. Onde os inimigos instigavam o ódio, os cristãos pregavam a paz.

   Ser um pacificador é ser contra a violência, contra as divisões, contra as inimizades etc. A mensagem de Jesus em Mateus, nos capítulos 5-7 (sermão do monte), é muito mais profunda que a maioria das pessoas consegue ver. É tão radical que existem cristãos que entendem que essa mensagem foi proferida para os judeus e só se cumprirá em um futuro reino milenar! Mas isso não é verdadeiro. A mensagem do sermão do monte é para nós hoje. Mas temos que lembrar que essa mensagem é contrária à nossa natureza. Nós vivemos para nós, mas Jesus nos ensina a viver para o próximo. Portanto, só poderemos cumprir esse ministério se negarmos a nós mesmos.

   Diriam alguns que isso não é possível. Mas se não fosse possível como então os cristãos dos primeiros três séculos conseguiram viver à altura desse padrão? A forma piedosa e pacífica desses cristãos símplices subjugou o império mais poderoso que já existiu e o mudou de dentro para fora. Roma era um império escravagista, pagão, promiscuo. Mas ao fim de três séculos a escravidão foi aos poucos subjugada, o paganismo foi perdendo sua influência e a promiscuidade que era uma característica do império romano perdeu sua força. Hoje as sociedades ditas cristãs não vivem mais os princípios bíblicos de Mateus 5. Mas isso não significa que a mensagem seja impossível aos homens, apenas demonstra que a natureza caída busca se distanciar dela. Com o passar do tempo os próprios cristãos deixaram de oferecer a outra face. Os povos cristãos da Europa e das Américas escravizaram seus semelhantes, se envolveram em guerras por ganância e poder e usaram a religião cristã como uma forma de controlar as multidões.

 

O DOMÍNIO PRÓPRIO

   A Igreja enfrenta em nossos dias dois grandes problemas que minam o povo de Deus causando divisões e apostasia. Trata-se da falta do domínio próprio e do refrear da língua.

   Domínio próprio é a faculdade que uma pessoa tem de dominar seus impulsos, suas emoções, seus atos. Nesse caso, quem consegue ter esse domínio não agirá movido pela emoção do momento, mas refletirá sobre seus atos e as consequências que esses terão sobre si e sobre os outros. O domínio próprio faz parte do fruto do Espírito (Gálatas 5:23). Na Bíblia vemos em José um exemplo de alguém que soube dominar seus instintos em meio a situações bem difíceis. Ele foi caçoado pelos irmãos, vendido como escravo sofreu assédio sexual e moral, foi preso injustamente e posteriormente se tornou o homem mais poderoso do Egito, abaixo apenas do faraó. Muitos já teriam sucumbido às fraquezas da carne antes mesmo de terem sido presos injustamente. Mas José se manteve dono de suas emoções e ações nesses momentos difíceis. Seu verdadeiro caráter se mostrou quando alcançou a glória e o poderio que o permitiam vingar-se de todos os seus inimigos, todos os que o prejudicaram. Mas não vemos na Bíblia nenhum relato que mostre José se vingando da mulher de Potifar por causa de suas mentiras. Mas temos o relato do perdão altruísta dele para com seus irmãos. Essa atitude de José é o que podemos chamar de domínio próprio. (Conferir nos capítulos 37, 39 a 45 de Gênesis).

   Já em outro relato bíblico podemos ver como a falta do domínio próprio pode arruinar uma vida que era destinada ao sucesso. Sansão foi o homem mais forte que já existiu nesse mundo. Fruto de uma promessa de Deus a seus pais e futuro instrumento que seria usado para libertar Israel do jugo Filisteu, porém Sansão se desviou de sua missão porque não conseguia dominar seus instintos. Casou-se com uma mulher pagã contra a vontade dos pais. Envolveu-se em festas pagãs mesmo sendo nazireu. Por fim, se relacionou com uma mulher estrangeira chamada Dalila que foi sua perdição. Por causa de sua falta de domínio próprio teve seus olhos vazados e foi colocado a fazer o trabalho de um jumento. Acabou, por fim, cumprindo o propósito de Deus para sua vida porque os planos de Deus não podem ser frustrados. Mas ele poderia ter cumprido esse propósito de forma bem diferente, e o seu papel na história bíblica seria de honra se ele tivesse dominado seu caráter e se submetido à vontade de Deus. (Conferir nos capítulos 13 a 16 de Juízes).

   A Igreja de Jesus sofre em nossos dias porque temos muitos irmãos que não exercem domínio próprio. Causam rixas, divisões, separações e mal-estar no meio do corpo de Cristo. São uma vergonha para o Evangelho. Poderíamos citar diversas formas como esses pretensos crentes mancham a imagem da Igreja. Citemos apenas alguns: adultérios, maledicências, inveja, fornicação, orgulho, entre outros. A exemplo de Sansão, deixam de lado o maravilhoso propósito de Deus para suas vidas para flertar com as obras da carne. Certamente que o plano do Senhor não será frustrado, mas o que poderia ser uma história de abnegação e vitória, como foi a de José, torna-se uma história triste e de derrotas como foi a de Sansão --- com a sua restauração no fim da vida.

 

O MAL DA LÍNGUA

   Outro grande problema é o domínio da língua. Tiago tem um bom pedaço de sua epístola detalhando sobre esse mal (Tiago 1:19-21; 3:2-10). Como uma fagulha que cai sobre o pasto seco, a língua tem poder de colocar fogo em toda uma comunidade. Igrejas foram derrotadas e praticamente definharam porque alguém usou a língua de forma errada. “Boatarias”, fofocas, difamação, intrigas, separações, inimizades e maledicências são pecados que vão impedir muitos cristãos professos de desfrutar, no Reino de Deus, a vida eterna oferecida por Jesus (Gálatas 5:19-21). Na verdade, a falta de domínio da língua é uma consequência da falta de domínio próprio.

   Somos chamados a ser pacificadores e temos que ter pleno domínio sobre a língua. Não existe meio mais usado por Satanás para trazer discórdia entre os irmãos do que pessoas sem controle, que não pensam na hora de falar. Não se importam em ver se os fatos realmente ocorreram ou se suas palavras machucarão alguém. E mesmo quando os fatos são fidedignos ou o próximo é digno de repreensão, não têm compaixão pelo seu irmão em Cristo, estão sempre com os pés ávidos a acabar com a reputação alheia e usar palavras duras, sem piedade. Esquecem-se do mandado do Mestre que orientou que se temos algo contra nosso irmão devemos ir a ele em secreto e repreendê-lo e só levar o caso à Igreja em um último caso, depois de feitas todas as tentativas possíveis de resolver o problema (Mateus 18:15-17).

 

PACIFICADORES DO TEMPO DO FIM

   Vivemos em um tempo ímpar da história. Assim como Jesus disse aos discípulos que eles viam coisas que muitos profetas e homens de Deus do passado gostariam de ter visto (Mateus 13:17), assim o é nos dias de hoje. Desde o Pentecostes o grande anseio da Igreja sempre foi a volta do Senhor. E nós estamos tendo o privilégio de ver profecias se cumprindo. É possível que sejamos à última geração nessa terra que verá o Senhor voltando para nos resgatar. Isso é um grande privilégio. Mas assim como a Igreja começou seu ministério pregando o amor, a paz e o perdão nos primeiros séculos, certamente que nós, que vivemos a perspectiva do retorno do Mestre, devemos viver à altura dos nossos irmãos do passado. O mundo atual é egoísta, individualista e carnal. Segundo lemos em 2 Timóteo 3:1-5, a nossa sociedade é corrupta. E essa corrupção se manifesta também na Igreja. Quantos irmãos em Cristo brigam hoje por causa de política, diferenças teológicas, usos e costumes, entre outros. Não deve ser assim. 

   Quando as pessoas do mundo olham para a Igreja brigando por estas coisas, o que pensam de nós? Jesus, na Sua oração sacerdotal, pediu a Deus que nós fossemos um, assim como Ele e o Pai (João 17:22 23). E como é o relacionamento do Pai e do Filho? Existe diferença de propósito entre Eles? Não é o Filho Aquele por quem a alma do Pai se compraz? (Mateus 3:17). Sendo assim, não deveria ser o relacionamento dos crentes também de mesmo propósito, de amor, paz, altruísmo e negação da vontade própria em benefício do bem maior do Corpo de Cristo.

   Somos chamados a sermos pacificadores nesse mundo de trevas que vivemos hoje. Mas para isso precisamos dar o exemplo de dentro para fora. Como poderemos pregar um Evangelho de paz se não conseguimos manter uma frente unida entre nós mesmos, respeitando as diferenças e construindo sobre o que temos em comum, a fé cristã?

 

CONCLUSÃO

   Bem-aventurados os pacificadores. Eis uma sentença proferida por Jesus que deveria ser colocada em prática por todos os que se dizem cristãos. Essa é uma característica que prova ao mundo que somos verdadeiramente filhos de Deus. Na profecia messiânica de Isaías, referindo-se a Jesus, o profeta diz: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O governo está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6 – grifo do autor).

   Servimos ao Príncipe da Paz. Isso nos traz uma imensa responsabilidade. Somos embaixadores de Cristo e O representamos ao mundo. Se não vivemos em harmonia com nossos irmãos e estamos sempre envolvidos em contendas, como podemos dizer que somos verdadeiramente servos do Deus de amor?

 

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO EM CLASSE

1. Por que Israel não cumpriu seu propósito de pacificador entre as nações para a qual foi chamado por Deus?

R.

2. A Igreja recebeu de Deus a mesma incumbência de ensinar a paz que fora dada a Israel. A Igreja tem cumprido esse ministério?

R.

3. Como um crente pode deixar de demonstrar domínio próprio?

R.

4. A língua é um membro poderoso que temos. É possível manter domínio sobre ela?

R.

5. O que significa ser um pacificador para uma pessoa que diz seguir a Jesus?

R.

6. Pode um cristão pregar o Evangelho de Jesus e manter inimizade com algum irmão da igreja?

R.

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