Texto de Estudo

A minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder;

1 Coríntios 2:4 

INTRODUÇÃO

Milhões de jovens brasileiros esperam o dia em que realizarão o vestibular e ingressarão em uma universidade, e isso inclui os jovens cristãos. Realizar uma graduação tornou-se sinônimo de sonhar com mais oportunidades profissionais. E tal sonho tem se tornado cada vez mais realidade. O número de estudantes universitários no Brasil triplicou, durante o período de 1994 a 2009. Atualmente, o país conta com 2391 mil instituições de ensino superior que oferecem mais de 32 mil cursos de graduação.

Contudo, uma pesquisa realizada em 2006, nos Estados Unidos, por Steve Hernderson, presidente do Christian Consulting for Colleges and Ministries, um instituto americano que trabalha com jovens universitários, demonstrou que 58% dos jovens cristãos afastam-se da Igreja ao ingressarem na faculdade. No Brasil, os dados não devem ser diferentes, se não forem ainda mais alarmantes.

O mundo político é outro ambiente desafiador à fé cristã. Não é preciso ligar o noticiário mais do que alguns minutos para ouvirmos sobre propostas de leis que contrariam nossos princípios, tais como corrupção, suborno, desvio de verbas públicas.

As esferas acadêmica e política são locais difíceis para se manter e pregar a fé. Mas difícil não significa impossível – ainda mais quando servimos ao Deus que tudo pode (Lucas 1:37). Nesta lição, extrairemos princípios da vida de um homem que viveu e testemunhou sua fé em ambos os ambientes, e jamais se vendeu ou se abalou: o profeta Daniel.

 

DESAFIOS E TESTEMUNHO NO AMBIENTE ACADÊMICO

Você já foi a uma formatura universitária? Se reparou bem, há um traje especial usado pelos formando nessa ocasião: a beca preta. É bastante similar às roupas que os sacerdotes utilizam. Pode ser surpresa para muitos, mas as universidades são grandes contribuições do Cristianismo para o mundo.

Foi durante o período medieval que o conhecimento sobreviveu nos mosteiros cristãos da Europa. As catedrais deram início a escolas para preparar homens que atendessem às necessidades da Igreja. Influenciados por nomes como Agostinho (354-430), Flávio Magno Aurélio Cassiodoro (480-524) e Anício Mânlio Severino Boécio (480-524), mosteiros e escolas de catedrais tornaram-se as primeiras universidades.Grandes centros intelectuais, como Oxford e Harvard, foram criadas com a finalidade de educar teólogos e pastores.

Contudo, especialmente a partir dos séculos XVIII e XIX, as universidades desviaram-se, progressivamente, de seu propósito original, absorvendo ideais do Iluminismo, Racionalismo, Marxismo e Darwinismo, entre outros pensamentos seculares. Mesmo instituições cristãs passaram a ensinar uma teologia liberal e crítica à Bíblia.

Uma pessoa que vai à universidade, em nossos dias, está exposta às mais diversas filosofias anticristãs e a professores que se empenham em destruir a fé dos alunos. O filme “Deus não está morto” (EUA, 2014), baseado em diversos processos judiciais reais, ilustra os desafios de um jovem cristão na classe de um professor de Filosofia, ateu, que exige que seus alunos entreguem uma declaração escrita - “Deus está morto” - a fim de que obtenham a aprovação.

Hoje, em nossas faculdades e universidades, os alunos se deparam com muitas afirmativas contrárias à Igreja. Vejamos algumas... O relato de Gênesis é uma fábula. A Ciência “comprovou” que a vida é o resultado de um longo processo acidental por milhões de anos. A religião é uma muleta para pessoas de mente fraca. O Cristianismo foi criado como um instrumento de controle político e deve ser eliminado para se alcançar uma sociedade igualitária. Os gêneros sexuais (homem e mulher) são construções sociais, e temos o direito de mudar isso se não nos sentirmos satisfeitos. O aborto é uma opção legítima da mulher (“meu corpo, minhas regras”)

Ademais, alunos não cristãos tentam influenciar os colegas para participarem de festas, baladas, consumo desenfreado de álcool e drogas, sexo antes do casamento... E a lista segue.

Vejamos o exemplo deixado por Daniel. Ele era adolescente quando foi levado como prisioneiro à Babilônia. Foi aprovado em um “vestibular” involuntário, por ter as características próprias para servir ao rei (Daniel 1:3-4). Durante uma “faculdade” de três anos, Daniel receberia uma educação voltada à cultura e à língua dos caldeus. Isso incluiria uma alta formação intelectual em Matemática, Comércio, Astronomia, Lógica etc., bem como em Religião e Filosofia pagãs de Babilônia.

Já em sua semana inicial de aulas, Daniel encontrou desafios à sua fé: “O rei designou-lhes uma porção diária de comida e de vinho da própria mesa do rei. Eles receberiam um treinamento durante três anos e, depois disso, passariam a servir o rei.” (Daniel 1:5)

Qual era o problema dessa alimentação? Primeiramente, Deus proibiu os israelitas que se alimentassem de determinadas carnes (Levíticos 11), as quais faziam parte da dieta babilônica. Em segundo lugar, os babilônios não sangravam os animais abatidos antes de comerem a carne. Isso violava outra lei divina (Deuteronômio 12:23-25). Os pagãos antigos também costumavam oferecer os seus alimentos aos deuses, como oferenda, antes de ingeri-los (a esse respeito, leia 1 Cor 10:20-22).

Como Daniel e seus amigos reagiram a tal prova de fé? Os jovens poderiam ter pensado que, como estavam distantes dos pais, de seus pastores, ou dos irmãos na fé, não haveria problema em agir de modo inadequado. Afinal, outros de sua idade aceitaram as novas condições. Contudo, eles decidiram preservar a fidelidade e servir como testemunhas do Deus vivo. Que lições de sua experiência podemos tirar? Como ser um representante do Senhor Jesus, no meio acadêmico?

 

  • Busque a Deus em primeiro lugar. Deus revelou-Se por meio das Escrituras. Daniel estava familiarizado tanto com a Lei de Moisés (Daniel 9:11) como com os escritos dos profetas (Daniel 9:2-10), e baseava todas as suas decisões e ações por meio das orientações divinas. Ele conhecia as palavras do rei Davi, “de que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a Tua palavra. ... Guardo no coração as Tuas palavras para não pecar contra Ti” (Salmos 119:9-11).

Além do estudo da revelação especial de Deus, Daniel era um homem de oração. É dito que “três vezes por dia, punha-se de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus” (Daniel 6:10). Uma vida vivida à luz da Palavra moldou o seu caráter, de forma que, mesmo seus inimigos, que “procuravam ocasião para acusar a Daniel”, “não puderam achá-la, nem culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro, nem culpa” (Daniel 6:4).

 

  • Mantenha bons relacionamentos cristãos. É conhecido o ditado: “Diga-me com quem andas e te direi quem és”. Isso porque as pessoas são bastante influenciadas por suas companhias. O profeta Amós indagou: “andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?” (Amós 3:3), e o apóstolo Paulo, citando o filósofo grego Meandro, afirmou que “as más companhias corrompem os bons costumes” (1 Cor 15:33).

Daniel andava com jovens que, assim como ele, possuíam profundo relacionamento com Deus, a saber, Hananias, Misael e Azarias (Daniel 1:6). Jovens que estavam dispostos a arriscar tudo por seu amor ao Senhor. Jovens que prefeririam a morte a oferecer lealdade a um falso deus (Daniel 3).

Uma vez que “quem anda com os sábios será sábio” (Provérbios 13:20), seja cuidadoso ao escolher suas companhias. Evite amizades que não edifiquem e que procuram afastar dos caminhos de Deus, ou lançar dúvidas sobre a fé. Muitas universidades contam com associações de jovens cristãos, que se reúnem regularmente para estudar as Escrituras, orar, testemunhar as bênçãos de Deus e planejar atividades missionárias no campus. Informe-se sobre a existência de algum desses grupos na sua instituição de ensino e, caso não haja, quem sabe Deus não o chame para iniciar um trabalho assim?

 

  • Tome uma decisão firme de permanecer fiel. O verso 8 do capítulo 1 de Daniel é incisivo, diz-nos: “resolveu Daniel, firmemente, não se contaminar com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia.” Destaque, em sua Bíblia, a palavra firmemente. Tendo tomado uma decisão firme, não haveria espaço para negociações de qualquer tipo. Daniel seria fiel à sua decisão, custasse o que fosse. Quantos jovens de hoje corrompem seus princípios na primeira oportunidade que aparece... Muitos têm medo de dizer não, temendo o que possam dizer ou pensar. Com isso, demonstram aos demais que sua fé não é tão importante ou relevante à sua vida.

A escolha deve ter parecido ridícula aos demais jovens que participavam do treinamento; trocar os deliciosos manjares oferecidos pelo rei por legumes frescos? Mas Daniel e os amigos sabiam que a força de Deus estava ao seu lado. “Não fui eu que ordenei a você? Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar” (Josué 1:9).

Por serem fiéis no que poderia parecer mínimo a muitos, Deus os recompensou com responsabilidades maiores (veja Mateus 25:21). Eles foram escolhidos para servirem ao rei Nabucodonosor na própria corte! O procedimento fiel às leis divinas traz grandes recompensas. As Escrituras garantem: “também por eles [os mandamentos de Deus] é admoestado o teu servo; e em os guardar há grande recompensa” (Salmos 19:11).

Quando nosso compromisso com o Senhor é forte, mesmo uma educação pagã, em uma instituição pagã de um país pagão, não poderá nos corromper.

 

  • Busque a excelência acadêmica. Não faça isso com a finalidade de parecer superior ou melhor do que seus colegas, pois o cristão deve buscar a excelência em todos os empreendimentos. Se apresentarmos notas ruins, desinteresse nos estudos ou desleixo em nossa formação, como poderemos representar a Cristo, no qual habitam os tesouros da sabedoria e do conhecimento? (Colossenses 2:3) “E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens” (Colossenses 3:23). Vemos esse princípio na vida de Daniel e seus amigos: “E em toda matéria de sabedoria e de inteligência, sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou 10 vezes mais doutos do que todos os magos ou astrólogos que havia em todo o seu reino” (Daniel 1:20).

 

  • Brilhe por Cristo. Quando Daniel e os amigos decidiram permanecer em seu relacionamento com Deus, isso se tornou visível aos demais: “a sua aparência era melhor; estavam eles mais robustos do que todos os demais jovens” (Daniel 1:15). Da mesma forma, as autoridades judaicas, ouvindo a pregação corajosa de Pedro e João, mesmo estes sendo homens iletrados, “reconheceram que eles haviam estado com Jesus” (Atos dos Apóstolos 4:13). Quem passa a conhecer Jesus não é mais a mesma pessoa! Por ter algo diferente em sua vida irradia alegria, amor, paz e esperança aos demais. Uma vida cristã é o maior testemunho da verdade perante o mundo.

Muito me inspira o testemunho de conversão de Josh McDowell, apologista que já escreveu mais de 100 livros defendendo a fé cristã. Cético e crítico da fé ao entrar na universidade, ele relata seu primeiro contato com cristãos:

 

Naquele tempo, observei um pequeno grupo – oito estudantes e dois professores – que parecia diferente dos outros. Eles sabiam quem eram e para onde iam. (...) Era evidente que aquelas pessoas possuíam algo que eu não tinha. Eram tremendamente felizes. (...) Elas amavam uns aos outros com autenticidade – não apenas aqueles que faziam parte de seu grupo, mas também as pessoas de fora do círculo. (...) Voltei-me para uma das estudantes, uma bela jovem, e a desafiei: - Diga-me uma coisa: por que você é tão diferente dos outros alunos e professores dessa faculdade? O que mudou sua vida? Sem embaraço ou hesitação, ela olhou nos meus olhos e, com toda a seriedade, disse duas palavras que nunca esperava ouvir numa discussão inteligente na universidade: - Jesus Cristo.

 

Estimulado pelo brilho daquelas pessoas, McDowell iniciou uma jornada intelectual que o levou à maior de todas as descobertas: Jesus está vivo e transforma vidas, ainda hoje.

Sejamos como o profeta Daniel, que fez diferença na Universidade de Babilônia.

 

DESAFIOS E TESTEMUNHO NO AMBIENTE POLÍTICO

Ao longo das Escrituras, percebemos que a esfera política teve seus choques com a fé. Isso ocorria quando tais poderes exigiam para si direitos que pertenciam apenas a Deus (Apocalipse 13), quando emitiam leis que feriam os princípios da Lei divina (Êxodo 1, Daniel 6), ou, quando por meio da sedução, levavam o povo para longe dos caminhos do Senhor (Números 25). Contudo, mesmo nesse meio, Deus levantou pessoas como José, Daniel e Ester, que permaneceram incorruptíveis e foram luzeiros em meio às trevas. Esses exemplos demonstram que é possível um cristão exercer atividades na esfera política ou governamental, sem corromper-se.

Todos as lições obtidas anteriormente, a partir da vida acadêmica de Daniel, aplicam-se também àqueles que se encontram na arena política, com as devidas adaptações. Iremos acrescentar mais dois princípios. Daniel esteve na corte babilônica até os dias do rei Ciro (Daniel 1:21 6:28), quando já era bastante idoso. Vejamos:

 

  1. a) Não tenha medo de ser politicamente incorreto. Antes da conquista de Ciro, Babilônia estava sendo governada por Belsazar que, ao contrário de seu antecessor, Nabucodonosor, não honrou a Deus e levou o império à ruína. Ele publicamente desonrou o Senhor na frente de todos os seus grandes, em uma noite de orgias e profanações (Daniel 5:1-3). Quando a sentença de juízo foi decretada por Deus, e escrita na parede, mas não compreendida pelos homens (Daniel 5:5), Daniel foi lembrado como quem possuía Espírito Santo, luz, inteligência e sabedoria, sendo capaz de interpretar o significado da escrita (v. 11).

A mensagem divina era realmente dura: o rei e o reino foram contados por Deus, pesados na balança, achados em falta e entregues aos medos e aos persas (v. 25-28). Não deve ter sido fácil para Daniel encarar o rei, face a face, e declarar tais palavras. Todavia, mesmo assim o fez. Ele não teve medo de declarar a verdade, ainda que fosse politicamente incorreto. Quando Deus nos chama para pregar Sua palavra, em uma determinada situação, não temos autorização para acrescentar ou retirar nada dela (Deuteronômio 4:2). Tanto as promessas e bênçãos como os juízos e maldições devem ser anunciados. Belsazar foi morto naquela mesma noite (v. 30), mas Daniel continuou e recebeu de Deus a promessa de uma herança eterna (Daniel 12:13).

Nos momentos de crises política e econômica, os homens de Deus não devem temer anunciar o nome de Jesus como o único capaz de trazer as bênçãos da restauração, nem de declarar que feliz é a nação cujo rei é o Senhor.

 

  1. b) Empenhe-se pelo progresso da nação. Apesar de ser judeu, vivendo em uma terra estranha, Daniel buscou a paz e a prosperidade da Babilônia, assim como o profeta Jeremias havia aconselhado os exilados a fazerem (Jeremias 29:7). O fato de, mesmo com mudanças de governo (Nabucodonosor, Belsazar, Dario, Ciro), Daniel ter continuado como conselheiro na corte, indica que seus conselhos eram valiosos aos monarcas, e ele era bem visto pelo povo, preocupado com seu bem-estar.

Os cristãos investidos em posições de autoridade são chamados a esse mesmo tipo de compromisso e, assim, estarão anunciando o reino de Deus na Terra. Como herdeiros da tradição evangélica batista, nós - Batistas do Sétimo Dia - defendemos uma rígida separação entre Igreja e Estado. Porém, historicamente, jamais nos opusemos ao envolvimento dos membros nas questões políticas e sociais de sua época. Do período colonial americano aos dias modernos, muitos têm servido em posições de juízes de paz, vereadores, membros da Câmara Legislativa do Congresso, senadores, prefeitos e governadores.

Mesmo os membros da Igreja não envolvidos diretamente em cargos políticos têm sentido como parte de seu dever cristão empenhar-se em reformas moral e social de suas comunidades, lutando por causas justas ligadas a órfãos, deficientes físicos, às relações inter-raciais, ao direito à vida, às liberdades religiosas, à preservação do meio ambiente, entre outras.

Ainda nos primeiros séculos da Igreja cristã, o Império Romano foi influenciado a criar leis contra aborto, abandono infantil e infanticídio. A cremação de viúvas vivas, juntamente de seus maridos, foi proibida na Índia, em 1829, devido à influência cristã. O cristão William Wilberforce lutou 40 anos contra a escravidão na Inglaterra. Mais de dois terços dos abolicionistas, nos Estados Unidos, eram pastores cristãos, que pregavam, com base na Bíblia, que a escravidão era um mal moral que deveria ser extinto do país. O pastor batista Martin Luther King lutou contra a segregação racial, em seu país, sendo assassinado por isso.

 

CONCLUSÃO

O Senhor Jesus morreu por todas as pessoas, o que inclui aqueles que ocupam cargos nos campos intelectual e político da nação. Por isso, Seu Evangelho deve também ser vivido e pregado pelos cristãos que se encontram nesse meio. Cristãos dedicados, que entregaram as vidas ao Senhor e foram ungidos pelo Espírito Santo, farão uma grande diferença para o reino de Deus.

Cabe à Igreja encorajar, preparar e orar por seus membros para que tenham acesso à formação acadêmica, bem como por aqueles que desejam servir na área política. Paulo encorajou Timóteo a usar a prática de súplicas, orações e intercessões em favor de reis e de todos que se achavam investidos de autoridade (1 Timóteo 2:2).

Podemos fazer nossas as palavras de adoração de Daniel: “Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque são dEle a sabedoria e a força. Ele muda os tempos e as estações; Ele remove os reis e estabelece os reis; é Ele quem dá a sabedoria aos sábios e o entendimento aos entendidos. Ele revela o profundo e o escondido; conhece o que está em trevas e, com Ele, mora a luz” (Daniel 2:20-22).

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