Qua, 10 de Março de 2010 00:00
Jerry Johnson
14 Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. 15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. 16 Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.
1 PORQUE todo o sumo sacerdote, tomado dentre os homens, é constituído a favor dos homens nas coisas concernentes a Deus, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados;
2 E possa compadecer-se ternamente dos ignorantes e errados; pois também ele mesmo está rodeado de fraqueza.
3 E por esta causa deve ele, tanto pelo povo, como também por si mesmo, fazer oferta pelos pecados.
4 E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão.
5 Assim também Cristo não se glorificou a si mesmo, para se fazer sumo sacerdote, mas aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, Hoje te gerei.
6 Como também diz, noutro lugar: Tu és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque.
7 O qual, nos dias da sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia.
8 Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu.
9 E, sendo ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que lhe obedecem;
10 Chamado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.
Questiono-me por que muitos cristãos olham para Cristo como o último recurso em tempos de crise, quando deveriam buscar a ajuda dele nos desafi os do dia-a-dia. Ele é o nosso sumo-sacerdote, que ministra a nosso favor eternamente. No Antigo Testamento o sumo-sacerdote adentrava o Santo dos Santos, uma vez ao ano, com espírito de medo. Cristo, por outro lado, adentrou ao verdadeiro Santíssimo lugar e está assentado à destra de Deus Pai. Uma vez que Ele se fez homem e habitou entre nós, sofrendo todas as nossas angústias, pode simpatizar-se com nosso sofrimento. Considerando tudo isso, por que não termos mais ousadia quando oramos?
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Ter, 09 de Março de 2010 00:00
Jerry Johnson
8 SENHOR Deus dos Exércitos, escuta a minha oração; inclina os ouvidos, ó Deus de Jacó! (Selá.)
9 Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido.
10 Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios.
11 Porque o SENHOR Deus é um sol e escudo; o SENHOR dará graça e glória; não retirará bem algum aos que andam na retidão.
12 SENHOR dos Exércitos, bem-aventurado o homem que em ti põe a sua confiança.
É um desafio servir em um ambiente como o ministério de capelania militar, onde o tempo é sempre importante. Cultos e estudos bíblicos têm de ser realizados dentro de um horário, que é defi nido pelo comando. Em nossa cultura vejo isso também presente na igreja. Muitas atividades em nossas igrejas têm horário rígido para começar e terminar, porque as pessoas estão muito ocupadas. As crianças não gostam de ficar no culto quando o pregador se delonga um pouco. O salmista desafi a nosso pensamento. Este é um dos meus salmos favoritos. Será que um dia de adoração nos átrios do Senhor é melhor do que mil noutro lugar? Ou será que temos ido à igreja apenas para marcar nossa presença? Outro fator importante a ponderarmos é que sempre estamos muito ocupados quando se trata de fazermos algo para Deus, por outro lado queremos que Ele esteja sempre disponível quando precisamos dele. Você já pensou nisso?
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Seg, 08 de Março de 2010 00:00
Jerry Johnson
15 Porque assim diz o Senhor DEUS, o Santo de Israel: Voltando e descansando sereis salvos; no sossego e na confiança estaria a vossa força, mas não quisestes.
16 Mas dizeis: Não; antes sobre cavalos fugiremos; portanto fugireis; e, sobre cavalos ligeiros cavalgaremos; por isso os vossos perseguidores também serão ligeiros.
17 Mil homens fugirão ao grito de um, e ao grito de cinco todos vós fugireis, até que sejais deixados como o mastro no cume do monte, e como a bandeira no outeiro.
18 Por isso, o SENHOR esperará, para ter misericórdia de vós; e por isso se levantará, para se compadecer de vós, porque o SENHOR é um Deus de eqüidade; bem-aventurados todos os que nele esperam.
19 Porque o povo habitará em Sião, em Jerusalém; não chorarás mais; certamente se compadecerá de ti, à voz do teu clamor e, ouvindo-a, te responderá.
20 Bem vos dará o Senhor pão de angústia e água de aperto, mas os teus mestres nunca mais fugirão de ti, como voando com asas; antes os teus olhos verão a todos os teus mestres.
21 E os teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele, sem vos desviardes nem para a direita nem para a esquerda.
Maravilho-me com o quão paciente Deus é conosco, tanto como indivíduos quanto como nações. O Senhor pacientemente espera que nos convertamos a Ele. Nós também somos desafi ados a esperarmos nele, tendo uma confi ança que transcenda todas as circunstâncias. Muitas vezes enfrentamos “o pão da angústia” e a “água da afl ição” porque não damos ouvido aos ensinamentos do Senhor. Novamente, o Senhor é paciente e gracioso. Após um período de juízo pela desobediência, há uma oportunidade para arrependimento e repouso.
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