Sáb, 06 de Março de 2010 00:00
Jerry Johnson
3 Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo;
4 Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor;
5 E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade,
6 Para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado,
7 Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça,
8 Que ele fez abundar para conosco em toda a sabedoria e prudência;
9 Descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo,
10 De tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra;
11 Nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade;
12 Com o fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que primeiro esperamos em Cristo;
13 Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa.
14 O qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão adquirida, para louvor da sua glória.
Estes doze versos são na realidade uma sentença estendida no grego – uma expansão de Romanos 8:28-30. Cada pessoa da triunidade é louvada; o Pai que nos escolheu (VS 4-6); o Filho que nos redimiu (VS. 7-12; e o Espírito Santo que nos selou (VS. 13-14). Paulo cuidadosamente nos mostra que a salvação não foi algo que nós iniciamos. Há várias frases nesta passagem que têm sido motivo de ferrenhas discussões nos últimos séculos. Sempre que você ponderar na soberania de Deus em relação à salvação, ou na eleição divina quanto à obra salvífi ca, note também que o propósito daqueles que confi am em Cristo deveria ser “para o louvor da sua glória”.
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Sex, 05 de Março de 2010 00:00
Jerry Johnson
16 Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.
17 Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis.
18 Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei.
19 Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia,
20 Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias,
21 Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.
22 Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
23 Contra estas coisas não há lei.
24 E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências.
25 Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.
A vida cristã é o maior campo de batalha do mundo. Há duas forças competindo, o Espírito de Deus e a carne (nossa natureza pecadora). Nesta batalha, temos a tendência de nos colocarmos num ou no outro extremo. Uns se rendem à carne, tais cristãos nunca viram seus desejos e paixões pecaminosos crucifi cados com Cristo. Outros se entregam à tutela da lei (v. 18), que milita contra o Espírito, se for levada ao extremo de ser usada como nada mais que um conjunto de regras. Nosso desafi o é permitir que o Espírito Santo governe nossa natureza moral sem nos rendermos à licenciosidade.
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Qui, 04 de Março de 2010 00:00
Jerry Johnson
23 Disse então Jesus aos seus discípulos: Em verdade vos digo que é difícil entrar um rico no reino dos céus.
24 E, outra vez vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus.
25 Os seus discípulos, ouvindo isto, admiraram-se muito, dizendo: Quem poderá pois salvar-se?
26 E Jesus, olhando para eles, disse-lhes: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível.
27 Então Pedro, tomando a palavra, disse-lhe: Eis que nós deixamos tudo, e te seguimos; que receberemos?
28 E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo que vós, que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel.
29 E todo aquele que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou terras, por amor de meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.
30 Porém, muitos primeiros serão os derradeiros, e muitos derradeiros serão os primeiros.
Pergunto-me quantas pessoas diretamente envolvidas no recente colapso fi nanceiro mundial questionam o poder da riqueza. Para os que colocaram sua confi ança no dinheiro e nas possessões, a riqueza provou não ser digna de confi ança, pois muitos dormiram ricos e acordaram pobres. Nos tempos de Jesus, muitos acreditavam piamente que a riqueza era um sinal das bênçãos de Deus. Porém nosso Mestre ao deparar-se com este jovem rico, disse-lhe que seria difícil um rico entrar no Reino dos Céus. Felizmente “todas as coisas são possíveis para Deus”, que oferece o dom da vida eterna para aqueles que o seguem em lugar de perseguir os tesouros deste mundo volátil e hostil. Ajuntemos para nós tesouros nos céus, onde o ladrão não rouba, a traça não corrói e a bolsa fi nanceira jamais quebra!
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